MP devolve à Polícia Civil inquérito de acidente envolvendo dois ônibus escolares no Agreste
O Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL), por meio da Promotoria de Justiça de São Sebastião, devolveu à Polícia Civil o inquérito do acidente envolvendo dois ônibus escolares, onde seis estudantes morreram e mais de 40 ficaram feridos em março deste ano na AL-110.
A informação foi divulgada nesta segunda-feira (28) pelo MP.
A promotora Viviane Karla, que recebeu o inquérito, disse que ao seu entendimento há inconsistências no resultado das investigações. Por conta disso, ela solicitou novas diligências para mais esclarecimentos. Uma comissão de delegados foi formada para investigar o caso.
Segundo a promotora, o delegado Renivaldo Batista concluiu no inquérito que o acidente foi provocado por possíveis problemas de saúde de um dos motoristas, um senhor de idade. O delegado ouviu testemunhas, sobreviventes e responsáveis pelos veículo dias após o acidente.
No entanto, para Viviane Karla, os depoimentos de alguns sobreviventes não condizem com essa informação. "Analisando detalhadamente os autos do inquérito, vi que vários passageiros do ônibus de Teotônio Vilela afirmaram que a causa do acidente foi um trator que estava na pista sem a devida sinalização".
Então, a promotora solicitou a Polícia Civil informações sobre a quem pertence o trator.
"Os alunos disseram claramente que o ônibus, ao se deparar com o trator, não teria como frear a ponto de evitar a colisão porque o veículo já estava muito próximo. Por isso, o motorista desviou o coletivo para a outra pista, o que teria provocado a colisão frontal com o outro ônibus", afirma Viviane.
"Portanto, essa é uma questão que precisa ser analisada pela autoridade policial. Devolvi o inquérito para a delegacia para que sejam realizadas novas diligências e identificado o proprietário do trator. Há indícios de que a máquina pertence a uma empresa que fazia obras de gás canalizado. Preciso de mais informações para que eu possa decidir sobre o que o Ministério Público fará nesse caso", ressaltou.
A informação foi divulgada nesta segunda-feira (28) pelo MP.
A promotora Viviane Karla, que recebeu o inquérito, disse que ao seu entendimento há inconsistências no resultado das investigações. Por conta disso, ela solicitou novas diligências para mais esclarecimentos. Uma comissão de delegados foi formada para investigar o caso.
Segundo a promotora, o delegado Renivaldo Batista concluiu no inquérito que o acidente foi provocado por possíveis problemas de saúde de um dos motoristas, um senhor de idade. O delegado ouviu testemunhas, sobreviventes e responsáveis pelos veículo dias após o acidente.
No entanto, para Viviane Karla, os depoimentos de alguns sobreviventes não condizem com essa informação. "Analisando detalhadamente os autos do inquérito, vi que vários passageiros do ônibus de Teotônio Vilela afirmaram que a causa do acidente foi um trator que estava na pista sem a devida sinalização".
Então, a promotora solicitou a Polícia Civil informações sobre a quem pertence o trator.
"Os alunos disseram claramente que o ônibus, ao se deparar com o trator, não teria como frear a ponto de evitar a colisão porque o veículo já estava muito próximo. Por isso, o motorista desviou o coletivo para a outra pista, o que teria provocado a colisão frontal com o outro ônibus", afirma Viviane.
"Portanto, essa é uma questão que precisa ser analisada pela autoridade policial. Devolvi o inquérito para a delegacia para que sejam realizadas novas diligências e identificado o proprietário do trator. Há indícios de que a máquina pertence a uma empresa que fazia obras de gás canalizado. Preciso de mais informações para que eu possa decidir sobre o que o Ministério Público fará nesse caso", ressaltou.
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