Arapiraca promove mutirão de ações na programação “Agosto Lilás” do MPE/AL
Atividades de combate e prevenção à violência doméstica e familiar contra a mulher foram realizadas neste sábado (26), na praça Marques da Silva, Centro. O evento, coordenado pelo Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL), em parceria com a Prefeitura de Arapiraca, promoveu ações da campanha “Agosto Lilás”, no município.
A praça foi transformada em espaço de discussão sobre o tema. Na ocasião, foram distribuídos panfletos, cartazes e laços lilases, além de bate-papos. Ela também foi palco de mutirão de serviços da saúde, disponibilizados gratuitamente à população, e apresentação da banda da Polícia Militar de Alagoas.
No local, representantes da Administração Municipal se juntaram aos do MPE/AL, OAB, Poder Judiciário e do Poder Legislativo. Juntos, na praça, com o objetivo comum de chamar a atenção da sociedade para a campanha, que alerta sobre a importância da denúncia contra o agressor. E destacar o papel do Ministério Público e dos órgãos municipais, no combate a esse tipo de crime contra a mulher, com ênfase a Lei Maria da Penha.
O prefeito Rogério Teófilo parabenizou a ação do MPE/AL e o trabalho de parceria do órgão com a cidade de Arapiraca. E também destacou a participação das Secretarias Municipais e as superintendências de Assistência Social e Políticas para a Mulher, Saúde, e Educação e Esporte, envolvidas diretamente com o evento. “Ações como essa, da campanha “Agosto Lilás”, são de fundamental importância no combate à violência contra a mulher”, declarou o prefeito.
MPE/AL
Entre os representantes do MPE/AL, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, procurador-geral de Justiça, e Geraldo Magela, procurador de Justiça de Arapiraca. “É necessário que a sociedade conheça o papel do Ministério Público, que é o de proteger o direito do povo. E, com a campanha “Agosto Lilás”, queremos conscientizar a sociedade de que a violência doméstica e familiar contra a mulher é um ato covarde que não pode ficar impune ”, afirmou o procurador-geral.
O Ministério Público tem atribuição para atuar em qualquer situação de violência contra a mulher. “Pela legislação, configura-se violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão, baseada no gênero, que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”, explicou a promotora de Justiça Maria José Alves.
A praça foi transformada em espaço de discussão sobre o tema. Na ocasião, foram distribuídos panfletos, cartazes e laços lilases, além de bate-papos. Ela também foi palco de mutirão de serviços da saúde, disponibilizados gratuitamente à população, e apresentação da banda da Polícia Militar de Alagoas.
No local, representantes da Administração Municipal se juntaram aos do MPE/AL, OAB, Poder Judiciário e do Poder Legislativo. Juntos, na praça, com o objetivo comum de chamar a atenção da sociedade para a campanha, que alerta sobre a importância da denúncia contra o agressor. E destacar o papel do Ministério Público e dos órgãos municipais, no combate a esse tipo de crime contra a mulher, com ênfase a Lei Maria da Penha.
O prefeito Rogério Teófilo parabenizou a ação do MPE/AL e o trabalho de parceria do órgão com a cidade de Arapiraca. E também destacou a participação das Secretarias Municipais e as superintendências de Assistência Social e Políticas para a Mulher, Saúde, e Educação e Esporte, envolvidas diretamente com o evento. “Ações como essa, da campanha “Agosto Lilás”, são de fundamental importância no combate à violência contra a mulher”, declarou o prefeito.
MPE/AL
Entre os representantes do MPE/AL, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, procurador-geral de Justiça, e Geraldo Magela, procurador de Justiça de Arapiraca. “É necessário que a sociedade conheça o papel do Ministério Público, que é o de proteger o direito do povo. E, com a campanha “Agosto Lilás”, queremos conscientizar a sociedade de que a violência doméstica e familiar contra a mulher é um ato covarde que não pode ficar impune ”, afirmou o procurador-geral.
O Ministério Público tem atribuição para atuar em qualquer situação de violência contra a mulher. “Pela legislação, configura-se violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão, baseada no gênero, que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”, explicou a promotora de Justiça Maria José Alves.
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