Sumiço de Davi da Silva faz 3 anos sem resposta
Uma sexta-feira de saudade, tristeza e ainda de um pouco de esperança para dona Maria José. Três anos depois do desaparecimento do seu filho, Davi da Silva, a feirante acredita que vai encontrá-lo com vida. Parece improvável, mas quem vai contestar o sentimento de uma mãe? Ele foi abordado por uma guarnição da Polícia Militar, no Benedito Bentes, e nunca mais foi visto.
Feirante do Mercado da Produção, Maria José, 59 anos, tenta continuar viva após tantos dias de angústia. “Estou levando a vida como Deus quer. É muita angústia e saudade. Falta o meu filho dentro da minha casa e ninguém me dá uma resposta. Meu coração de mãe diz que esconderam meu filho num canto, que ele está vivo. Por que não dizem onde meu filho está? Por que fazem isso comigo?”, questiona ela, sempre com a voz interrompida pelo choro e um pedido de desculpas por ter chorado durante a entrevista.
Na religião, busca conforto para uma dor que divide com poucos. “Davi completou 20 anos no dia 6 de maio. Era meu filho mais novo. Tenho outras duas filhas, mas elas são casadas. Lembro muito quando ele dizia que tinha o sonho de comprar um carro. Era o que ele queria. Viram meu filho dentro do carro da polícia. Deram um tapa nele e levaram. Por que fizeram isso? Por que não deixaram meu filho comigo?”, relata.
O desaparecimento foi investigado pela Polícia Civil que – diante das provas apresentadas – indiciou os policiais militares Eudecir Gomes de Lima, Carlos Eduardo Ferreira dos Santos, Victor Rafael Martins da Silva e Nayara Silva de Andrade, guarnição do Batalhão de Polícia da Radiopatrulha (BPRP), que abordou Davi. Eles, então, passaram a responder por crimes, dentre eles homicídio.
Em novembro do ano passado um novo episódio relembrou o desaparecimento do adolescente. Uma testemunha do caso, o jovem Raniel Victor, foi encontrado morto no Benedito Bentes.
Feirante do Mercado da Produção, Maria José, 59 anos, tenta continuar viva após tantos dias de angústia. “Estou levando a vida como Deus quer. É muita angústia e saudade. Falta o meu filho dentro da minha casa e ninguém me dá uma resposta. Meu coração de mãe diz que esconderam meu filho num canto, que ele está vivo. Por que não dizem onde meu filho está? Por que fazem isso comigo?”, questiona ela, sempre com a voz interrompida pelo choro e um pedido de desculpas por ter chorado durante a entrevista.
Na religião, busca conforto para uma dor que divide com poucos. “Davi completou 20 anos no dia 6 de maio. Era meu filho mais novo. Tenho outras duas filhas, mas elas são casadas. Lembro muito quando ele dizia que tinha o sonho de comprar um carro. Era o que ele queria. Viram meu filho dentro do carro da polícia. Deram um tapa nele e levaram. Por que fizeram isso? Por que não deixaram meu filho comigo?”, relata.
O desaparecimento foi investigado pela Polícia Civil que – diante das provas apresentadas – indiciou os policiais militares Eudecir Gomes de Lima, Carlos Eduardo Ferreira dos Santos, Victor Rafael Martins da Silva e Nayara Silva de Andrade, guarnição do Batalhão de Polícia da Radiopatrulha (BPRP), que abordou Davi. Eles, então, passaram a responder por crimes, dentre eles homicídio.
Em novembro do ano passado um novo episódio relembrou o desaparecimento do adolescente. Uma testemunha do caso, o jovem Raniel Victor, foi encontrado morto no Benedito Bentes.
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