Campanha nas redes sociais alerta sobre o risco da depressão pós-parto
Mães de Alagoas iniciaram uma campanha nas redes sociais alertando sobre os riscos da depressão pós-parto. Elas apontam que, muita vezes, a doença é tratada como "frescura", sendo vista como algo que não requer atenção.
A iniciativa já ganhou, inclusive, repercussão nacional, com mães narrando que já passaram por situações desesperadoras na tentativa de superar a depressão, mesmo sem a ajuda da própria família.
A campanha em foco teve início após o suicídio de Keyth Evelin Pereira Alves, que sofreria da doença e tirou a própria vida nessa quarta-feira (22), em Maceió..
Uma das mães que participa da campanha e confirma ter sofrido os efeitos da depressão faz um relato comovente, destacando o apoio que recebera de familiares. necessário, apesar do preconceito de alguns.
"Impossível não chorar. Eu tive apoio, tive com quem falar. Algumas pessoas, além de me entenderem, ajudaram-me. Já outras diziam que era pura frescura. Hoje, falo com todas as mulheres, amigas ou não, que estão grávidas sobre o assunto. Falo de tudo e me ofereço para ajudá-las e ouvi-las. Nós somos a nossa maior ajuda; Que Deus nos capacite", expôs.
As participantes criaram várias hastags, como #depressaopospartonaoefrescura, #asmamaesprecisamdeajuda e #maesdeluto", para facilitar a compreensão das mães que passam por este momento de fragilidade. Elas apontam ainda que a depressão não escolhe classe social, religião ou cor. "Infelizmente, esta é a realidade. A depressão pós-parto existe. Somos cobradas e nos sentimos impotentes, inseguras, frágeis, mas nem sempre os que estão ao nosso redor veem isso. Poucos costumam entender a necessidade de nos ajudar. É algo muito sério e com consequências horríveis", sentenciou outra.
Outra mãe revelou que teve depressão e que não procurou ajuda por vergonha do que as outras pessoas pensariam. "Eu senti tudo isso quando tive meu caçula e não me tratei por vergonha de contar às pessoas. Calei-me diante disso tudo e acabei ficando mais nervosa e irritada. Não me cuidei e engordei muito. Hoje, ele tem 10 anos e tudo passou, embora tenha ficado com a sequela dentro do meu peito. Faço terapia, mas não me canso de dizer que fui culpada por não me tratar", colocou outra.
No Brasil, mais de dois milhões de mulheres sofrem com a depressão pós-parto, segundo o Ministério da Saúde. Os primeiros sintomas do diagnóstico incluem insônia, perda de apetite, irritabilidade intensa e dificuldade de criar um vínculo com o bebê. Se não for tratada, os médicos apontam que a depressão pode durar vários meses, com o tratamento incluindo terapia, ingestão de antidepressivos e até trabalho de reposição hormonal.
A iniciativa já ganhou, inclusive, repercussão nacional, com mães narrando que já passaram por situações desesperadoras na tentativa de superar a depressão, mesmo sem a ajuda da própria família.
A campanha em foco teve início após o suicídio de Keyth Evelin Pereira Alves, que sofreria da doença e tirou a própria vida nessa quarta-feira (22), em Maceió..
Uma das mães que participa da campanha e confirma ter sofrido os efeitos da depressão faz um relato comovente, destacando o apoio que recebera de familiares. necessário, apesar do preconceito de alguns.
"Impossível não chorar. Eu tive apoio, tive com quem falar. Algumas pessoas, além de me entenderem, ajudaram-me. Já outras diziam que era pura frescura. Hoje, falo com todas as mulheres, amigas ou não, que estão grávidas sobre o assunto. Falo de tudo e me ofereço para ajudá-las e ouvi-las. Nós somos a nossa maior ajuda; Que Deus nos capacite", expôs.
As participantes criaram várias hastags, como #depressaopospartonaoefrescura, #asmamaesprecisamdeajuda e #maesdeluto", para facilitar a compreensão das mães que passam por este momento de fragilidade. Elas apontam ainda que a depressão não escolhe classe social, religião ou cor. "Infelizmente, esta é a realidade. A depressão pós-parto existe. Somos cobradas e nos sentimos impotentes, inseguras, frágeis, mas nem sempre os que estão ao nosso redor veem isso. Poucos costumam entender a necessidade de nos ajudar. É algo muito sério e com consequências horríveis", sentenciou outra.
Outra mãe revelou que teve depressão e que não procurou ajuda por vergonha do que as outras pessoas pensariam. "Eu senti tudo isso quando tive meu caçula e não me tratei por vergonha de contar às pessoas. Calei-me diante disso tudo e acabei ficando mais nervosa e irritada. Não me cuidei e engordei muito. Hoje, ele tem 10 anos e tudo passou, embora tenha ficado com a sequela dentro do meu peito. Faço terapia, mas não me canso de dizer que fui culpada por não me tratar", colocou outra.
No Brasil, mais de dois milhões de mulheres sofrem com a depressão pós-parto, segundo o Ministério da Saúde. Os primeiros sintomas do diagnóstico incluem insônia, perda de apetite, irritabilidade intensa e dificuldade de criar um vínculo com o bebê. Se não for tratada, os médicos apontam que a depressão pode durar vários meses, com o tratamento incluindo terapia, ingestão de antidepressivos e até trabalho de reposição hormonal.
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