Alagoas teve em média três casos por mês de estupro coletivo no ano de 2016
Os casos de estupro coletivo tiveram um crescimento significativo em Alagoas entre 2015 e 2016, conforme revela o Ministério da Saúde. Dados obtidos pela Gazetaweb revelam que episódios assim aumentaram 78% em um ano no estado - passaram de 23 para 41, o que dá uma média de mais de três casos ocorridos por mês em 2016.
Desde 2012, as notificações deste tipo de violência não param de subir. Em Alagoas, eram 11 casos registrados pelas autoridades competentes e, quatro anos depois, o número quadruplicou. Os dados de 2017 ainda não foram compilados.
De acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que pertence ao Ministério da Saúde, os estupros coletivos no estado subiram exatamente 78,26% entre 2015 e 2016 (quase o dobro do número de notificações feitas).
E o que pode ser mais preocupante é que este quantitativo pode estar subnotificado. Os dados ainda estão sujeitos à revisão e levam em conta o atendimento feito nas unidades de saúde de todo o país.
Conforme explicação do Ministério da Saúde, a notificação de violência interpessoal e autoprovocada foi implementada em 2006 e, em 2011, passou a ser compulsória em todos os serviços de saúde públicos e privados. Não é necessário o registro de boletim de ocorrência para o atendimento.
Em 2016, dados registraram 3.526 casos de estupro coletivo no Brasil. Em 2015 o número foi de 3.232.
PROVIDÊNCIAS
Em nota, o Ministério da Saúde informou que o SUS garante acesso, de forma gratuita, atendimento psicológico, contracepção de emergência e profilaxia para DST, HIV, Hepatite B, entre outras medidas de atenção.
Revelou ainda que tem promovido, junto aos gestores estaduais e municipais, capacitação para o atendimento humanizado às vítimas de violência sexual. Nos últimos dois anos, foram qualificados 2.500 profissionais em todos estados do país.
Desde 2012, as notificações deste tipo de violência não param de subir. Em Alagoas, eram 11 casos registrados pelas autoridades competentes e, quatro anos depois, o número quadruplicou. Os dados de 2017 ainda não foram compilados.
De acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que pertence ao Ministério da Saúde, os estupros coletivos no estado subiram exatamente 78,26% entre 2015 e 2016 (quase o dobro do número de notificações feitas).
E o que pode ser mais preocupante é que este quantitativo pode estar subnotificado. Os dados ainda estão sujeitos à revisão e levam em conta o atendimento feito nas unidades de saúde de todo o país.
Conforme explicação do Ministério da Saúde, a notificação de violência interpessoal e autoprovocada foi implementada em 2006 e, em 2011, passou a ser compulsória em todos os serviços de saúde públicos e privados. Não é necessário o registro de boletim de ocorrência para o atendimento.
Em 2016, dados registraram 3.526 casos de estupro coletivo no Brasil. Em 2015 o número foi de 3.232.
PROVIDÊNCIAS
Em nota, o Ministério da Saúde informou que o SUS garante acesso, de forma gratuita, atendimento psicológico, contracepção de emergência e profilaxia para DST, HIV, Hepatite B, entre outras medidas de atenção.
Revelou ainda que tem promovido, junto aos gestores estaduais e municipais, capacitação para o atendimento humanizado às vítimas de violência sexual. Nos últimos dois anos, foram qualificados 2.500 profissionais em todos estados do país.
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