Audiência pública debate atendimento a vítimas do vírus zika em Maceió
Uma pública na Câmara Municipal de Maceió debate a situação do zika vírus na capital e das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti como a dengue e chikungunya, além de complicações como o desenvolvimento da microcefalia em bebês. Ela será na próxima segunda-feira (21), a partir das 9h.
A audiência foi proposta pelo vereador Dudu Ronalsa (PSDB) e reunirá representantes da sociedade civil, profissionais da saúde e do Poder Público, que discutirão ações para assegurar atendimento e os benefícios sociais às pessoas vítimas do vírus, sobretudo às mães de crianças com microcefalia.
“Vamos ouvir a população e as instituições para saber como está sendo realizado o atendimento e assistência às famílias de crianças com microcefalia. Todas as demandas serão encaminhadas aos órgãos responsáveis para que possam adotar as medidas necessárias”, afirmou Ronalsa.
O integrante do Conselho Gestor do Programa Saúde da Família (PSF) do Village Campestre I, Francisco de Paula Lucena, informou que um levantamento realizado pela Defensoria Pública junto a Associação Nacional de Inclusão Social (Anis) detectou que o número de crianças com microcefalia em Alagoas é maior do que foi divulgado, situação semelhante ao que acontece com outros estados do Nordeste, conforme a pesquisa.
“Houve uma subnotificação, segundo constatou o levantamento. Além disso, as mães de crianças com microcefalia enfrentam uma situação muito séria. Muitas não recebem o Benefício de Prestação Continuada [BPC] ao qual têm direito e que deveria ser pago pela Previdência, não têm acesso ao transporte público gratuito e às políticas sociais que por lei deveriam ser asseguradas a elas. É uma situação muito difícil e grave”, disse Lucena.
Uma reportagem do Bom Dia Brasil em julho deste trouxe dados de uma pesquisa do Instituto Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis), que é uma organização não governamental, apontando que as falhas ocorrem em todo o país. O estudo foi feito em 20% das famílias que tiveram o diagnóstico de microcefalia descartada.
Ele cobra ainda que o atendimento às crianças seja feito na unidade de saúde mais próxima de onde as mães moram.
“É preciso que se faça uma lei para que a assistência seja prestada na unidade do bairro onde essas mães de crianças com microcefalia residem, e não na unidade referência, como acontece hoje. Elas têm uma dificuldade imensa de se deslocar com seus filhos”, ressalta, ao dizer que o mesmo debate foi realizado em junho na Assembleia Legislativa, que se encarregou junto ao Estado de buscar soluções para os problemas apontados.
A audiência foi proposta pelo vereador Dudu Ronalsa (PSDB) e reunirá representantes da sociedade civil, profissionais da saúde e do Poder Público, que discutirão ações para assegurar atendimento e os benefícios sociais às pessoas vítimas do vírus, sobretudo às mães de crianças com microcefalia.
“Vamos ouvir a população e as instituições para saber como está sendo realizado o atendimento e assistência às famílias de crianças com microcefalia. Todas as demandas serão encaminhadas aos órgãos responsáveis para que possam adotar as medidas necessárias”, afirmou Ronalsa.
O integrante do Conselho Gestor do Programa Saúde da Família (PSF) do Village Campestre I, Francisco de Paula Lucena, informou que um levantamento realizado pela Defensoria Pública junto a Associação Nacional de Inclusão Social (Anis) detectou que o número de crianças com microcefalia em Alagoas é maior do que foi divulgado, situação semelhante ao que acontece com outros estados do Nordeste, conforme a pesquisa.
“Houve uma subnotificação, segundo constatou o levantamento. Além disso, as mães de crianças com microcefalia enfrentam uma situação muito séria. Muitas não recebem o Benefício de Prestação Continuada [BPC] ao qual têm direito e que deveria ser pago pela Previdência, não têm acesso ao transporte público gratuito e às políticas sociais que por lei deveriam ser asseguradas a elas. É uma situação muito difícil e grave”, disse Lucena.
Uma reportagem do Bom Dia Brasil em julho deste trouxe dados de uma pesquisa do Instituto Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis), que é uma organização não governamental, apontando que as falhas ocorrem em todo o país. O estudo foi feito em 20% das famílias que tiveram o diagnóstico de microcefalia descartada.
Ele cobra ainda que o atendimento às crianças seja feito na unidade de saúde mais próxima de onde as mães moram.
“É preciso que se faça uma lei para que a assistência seja prestada na unidade do bairro onde essas mães de crianças com microcefalia residem, e não na unidade referência, como acontece hoje. Elas têm uma dificuldade imensa de se deslocar com seus filhos”, ressalta, ao dizer que o mesmo debate foi realizado em junho na Assembleia Legislativa, que se encarregou junto ao Estado de buscar soluções para os problemas apontados.
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