Envolvido em troca de tiros no Tabuleiro teria enviado áudio à família antes de morrer
Familiares de um dos suspeitos mortos na troca de tiros que ocorreu na Feirinha do Tabuleiro na manhã desta quarta-feira (16) formalizaram uma denúncia na Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Alagoas (OAB-AL), alegando terem recebido áudios que comprovariam que pelo menos um dos envolvidos no tiroteio teria sido morto depois da ação policial.
De acordo com os arquivos entregues pela família do suspeito, um dos envolvidos teria entrado em contato, afirmando que havia sido preso e estava sendo levado ao hospital, mas posteriormente teria percebido que a viatura estaria se dirigindo a um local isolado.
A confirmação da denúncia foi feita pelo presidente da comissão, Ricardo Moraes. “É preciso averiguar os áudios, mas não tenho como acreditar que foi invenção, que foi algo montado”, disse Moraes. “A polícia informa que houve a troca de tiros, e ninguém nega que houve, mas a dúvida é saber se todos morreram no momento da troca”, explicou.
Segundo ele, o áudio dá a entender que alguém foi preso, mas que estava bem, e com um telefone. “Ele informou algumas coisas, como ‘estou sendo levado para um hospital’, mas depois passa outra mensagem, aperreado, como se estivesse sendo levado para outro lugar, ermo. Depois, aparece morto”, relatou o presidente da comissão.
Para ele, é crucial definir em que momento o áudio foi gravado. “As circunstâncias do áudio vão ser investigadas, mas levanta a suspeita de que pelo menos um deles [suspeitos] não teria sido morto no momento do confronto. Queremos que o Estado responda, que a polícia explique, finalizou.
De acordo com os arquivos entregues pela família do suspeito, um dos envolvidos teria entrado em contato, afirmando que havia sido preso e estava sendo levado ao hospital, mas posteriormente teria percebido que a viatura estaria se dirigindo a um local isolado.
A confirmação da denúncia foi feita pelo presidente da comissão, Ricardo Moraes. “É preciso averiguar os áudios, mas não tenho como acreditar que foi invenção, que foi algo montado”, disse Moraes. “A polícia informa que houve a troca de tiros, e ninguém nega que houve, mas a dúvida é saber se todos morreram no momento da troca”, explicou.
Segundo ele, o áudio dá a entender que alguém foi preso, mas que estava bem, e com um telefone. “Ele informou algumas coisas, como ‘estou sendo levado para um hospital’, mas depois passa outra mensagem, aperreado, como se estivesse sendo levado para outro lugar, ermo. Depois, aparece morto”, relatou o presidente da comissão.
Para ele, é crucial definir em que momento o áudio foi gravado. “As circunstâncias do áudio vão ser investigadas, mas levanta a suspeita de que pelo menos um deles [suspeitos] não teria sido morto no momento do confronto. Queremos que o Estado responda, que a polícia explique, finalizou.
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