Após vídeo postado por PMs, presidente da Almagis comunica caso ao STF
A repercussão de um vídeo postado por policiais militares do 1º BPM que criticam o juiz que soltou uma acusada de porte ilegal de armas levou o presidente da Associação Alagoana de Magistrados (Almagis), juiz Ney Alcântara a comunicar o fato ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Para o magistrado, os policiais militares tiveram a intenção de desmoralizar e incitar a população contra o Poder Judiciário. "Nossa questão é institucional. Não discutimos, nem devemos entrar na atitude do juiz, se ele aplicou a lei ou não. A questão é que expõe a população, que está com sede de segurança. Não podemos expor o poder público. Estão fazendo uma incitação contra o Poder Judiciário. Isso é crime", completa Alcântara.
Segundo o magistrado, "o que aconteceu causa instabilidade ao Poder Judiciário e foi replicado no site do Bolsonaro. Não compete ao policial analisar se a prisão ou liberação está certa ou errada e muito menos fazer filme. Também comunicamos à ministra do Supremo Cármen Lúcia, como o fato virou nacional. Aí mandei para que ela tome conhecimento que o Poder Judiciário está sendo achincalhado", acrescenta o presidente da Almagis.
Para o magistrado, os policiais militares tiveram a intenção de desmoralizar e incitar a população contra o Poder Judiciário. "Nossa questão é institucional. Não discutimos, nem devemos entrar na atitude do juiz, se ele aplicou a lei ou não. A questão é que expõe a população, que está com sede de segurança. Não podemos expor o poder público. Estão fazendo uma incitação contra o Poder Judiciário. Isso é crime", completa Alcântara.
Segundo o magistrado, "o que aconteceu causa instabilidade ao Poder Judiciário e foi replicado no site do Bolsonaro. Não compete ao policial analisar se a prisão ou liberação está certa ou errada e muito menos fazer filme. Também comunicamos à ministra do Supremo Cármen Lúcia, como o fato virou nacional. Aí mandei para que ela tome conhecimento que o Poder Judiciário está sendo achincalhado", acrescenta o presidente da Almagis.
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