Defensoria Pública cobra investigação de mortes de moradores de rua em Maceió
A Defensoria Pública do Estado de Alagoas encaminhou nesta segunda-feira (14) um ofício à Delegacia de Homicídios para cobrar informações sobre as investigações das mortes de moradores de rua em Maceió. Segundo o órgão, foram 6 vítimas em apenas um mês.
A primeira morte neste período foi a de Antônio Fernandes Silva, no dia 11 de julho, no bairro de Jaraguá.
Duas semanas depois, o morador de rua identificado como Felipe foi morto no Centro.
Dias depois, Adevan Oliveira, foi morto a facadas nas proximidades do Quartel Geral da Polícia Militar.
Um cadeirante que também vivia em situação de rua foi assassinado a tiros, na Levada, no 1º dia de agosto e uma semana depois, foi registrado outra morte de morador de rua, de novo no bairro de Jaraguá.
O último assassinato foi na noite de domingo (13), próximo ao Mercado da Produção. A vítima, identificada como Paulo César da Silva, 20, foi morta a pedradas.
O coordenador do Núcleo de Direitos Coletivos e Humanos, defensor público Djalma Mascarenhas, afirmou no ofício que o órgão instaurou um processo administrativo para apurar os fatos que motivaram os homicídios.
Segundo ele, este tipo de crime afronta ao art. 5º da Constituição Federal, que fala sobre a garantia da inviolabilidade do direito à vida, bem como a possibilidade de um suposto grupo de extermínio em razão da situação de rua em que as vítimas viviam.
A primeira morte neste período foi a de Antônio Fernandes Silva, no dia 11 de julho, no bairro de Jaraguá.
Duas semanas depois, o morador de rua identificado como Felipe foi morto no Centro.
Dias depois, Adevan Oliveira, foi morto a facadas nas proximidades do Quartel Geral da Polícia Militar.
Um cadeirante que também vivia em situação de rua foi assassinado a tiros, na Levada, no 1º dia de agosto e uma semana depois, foi registrado outra morte de morador de rua, de novo no bairro de Jaraguá.
O último assassinato foi na noite de domingo (13), próximo ao Mercado da Produção. A vítima, identificada como Paulo César da Silva, 20, foi morta a pedradas.
O coordenador do Núcleo de Direitos Coletivos e Humanos, defensor público Djalma Mascarenhas, afirmou no ofício que o órgão instaurou um processo administrativo para apurar os fatos que motivaram os homicídios.
Segundo ele, este tipo de crime afronta ao art. 5º da Constituição Federal, que fala sobre a garantia da inviolabilidade do direito à vida, bem como a possibilidade de um suposto grupo de extermínio em razão da situação de rua em que as vítimas viviam.
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