AL tem 15 espécies de animais ameaçadas ou em risco de extinção, diz IMA
O Instituto do Meio Ambiente (IMA) divulgou nesta sexta-feira (4) uma lista com 15 animais da fauna de Alagoas que estão ameaçados ou em perigo de extinção. O levantamento mostra também que um desses animais, o Mutum-de-Alagoas, já é considerado extinto (confira as espécies no final da matéria).
De acordo com o IMA, esse levantamento foi feito com base na Lista Nacional Oficial das Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção, do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).
Os dados do MMA reúnem espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios invertebrados terrestres, e indica o grau de extinção de cada uma delas.
Para esses animais, a captura, transporte, armazenamento, guarda e manejo só são permitidas para pesquisa ou conservação da espécie, com autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Já a Lista Vermelha da IUCN mede os riscos de extinção de várias espécies e subespécies de todo o mundo. O objetivo é alertar sobre a importância de medidas de conservação desses animais para o público e os legisladores.
Caçar, perseguir, apanhar, matar e utilizar animais da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória sem permissão, licença ou autorização das autoridades competentes é crimes, segundo a lei 9.605/1998. A pena varia de seis meses a um ano de prisão e multa de R$ 5 mil se o caso envolver espécies ameaçadas.
Confira a lista dos animais silvestres ameaçados em Alagoas
Mutum-de-alagoas
Nome científico: Pauxi mitu
Ocorrência: Rio Grande do Norte e Alagoas
Classificação: Extinto, pelos critérios nacionais e internacionais.
Macaco-prego-galego
Nome científico: Sapajus flavius
Ocorrência: Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Alagoas
Classificação: Em Perigo (EN) pelos critérios nacionais da portaria 44 e criticamente em perigo pelos critérios internacionais da IUCN.
Gato-do-mato
Nome científico: Leopardus tigrinus
Ocorrência: Mata Atlântica, Amazônia e àreas secas da Caatinga nordestina
Classificação: Em Perigo (EN) pelos critérios nacionais da portaria 444 e Vulnerável (VU) pelos critérios internacionais da IUCN.
Gato-mourisco
Nome científico: Puma yagouarondi
Ocorrência: os indivíduos de coloração mais escuras são associados à florestas, enquanto os mais claros encontrados em ambientes mais secos
Classificação: Vulnerável pelos critérios nacionais e "Pouco Preocupante" pelos critérios internacionais.
Onça-parda
Nome científico: Puma concolor
Ocorrência: todos os biomas do Brasil
Classificação: Vulnerável pelos critérios nacionais e quase ameaçada pelos critérios internacionais.
Cuandu-mirim
Nome científico: Coendou speratus
Ocorrência: Mata Atlântica de Pernambuco e em Alagoas
Classificação: Em Perigo (EN) pelos critérios nacionais.
Pintor-verdadeiro
Nome científico: Tangara fastuosa
Ocorrência: Pernambuco, Alagoas e Paraíba, com alguns relatos em Sergipe e Rio Grande do Norte
Classificação: Em Perigo (EN) pelos critérios nacionais e vulnerável (VU) pelos critérios internacionais.
Pintassilgo do nordeste
Nome científico: Sporagra yarrellii
Ocorrência: Nordeste
Classificação: Vulnerável nos critérios nacionais e internacionais.
Papagaio-chauá
Nome científico: Amazona rhodocorytha
Ocorrência: De Alagoas ao Rio de Janeiro
Classificação: Vulnerável (VU) nos critérios nacionais.
Peixe-boi-marinho
Nome científico: Trichechus manatus
Ocorrência: Nordeste
Classificação: Em Perigo (EN), pelos critérios nacionais e Vulnerável, segundo critérios internacionais.
Tartaruga-cabeçuda
Nome científico: Caretta caretta
Ocorrência: mares tropicais e subtropicais de todo mundo e também em águas temperadas
Classificação: Em perigo, nos critérios nacionais e internacionais.
Tartaruga-verde
Nome científico: Chelonia mydas
Ocorrência: Mares tropicais e subtropicais, águas temperadas, águas costeiras e ao redor das ilhas.
Classificação: Vulnerável, segundo critérios nacionais e Ameaçada segundo os critérios internacionais.
Tartaruga-de-pente
Nome científico: Eretmochelys imbricata
Ocorrência: Mares tropicais e por vezes sub-tropicais dos oceanos Atlântico, índico e Pacífico
Classificação: Criticamente ameaçada nos critérios nacionais e internacionais.
Tartaruga-oliva
Nome científico: Lepdochelys olivácea
Ocorrência: Mares tropicais e subtropicais, oceanos Pacífico e Índico, e oceano Atlântico, na América do Sul e costa oeste da África
Classificação: Em perigo de extinção nos critérios nacionais e Vulnerável nos critérios internacionais.
Jararacuçu de murici
Nome científico: Bothrops muriciensis
Ocorrência: Alagoas, na região do município de Murici
Classificação: Em perigo de extinção pelos critérios nacionais.
De acordo com o IMA, esse levantamento foi feito com base na Lista Nacional Oficial das Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção, do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).
Os dados do MMA reúnem espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios invertebrados terrestres, e indica o grau de extinção de cada uma delas.
Para esses animais, a captura, transporte, armazenamento, guarda e manejo só são permitidas para pesquisa ou conservação da espécie, com autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Já a Lista Vermelha da IUCN mede os riscos de extinção de várias espécies e subespécies de todo o mundo. O objetivo é alertar sobre a importância de medidas de conservação desses animais para o público e os legisladores.
Caçar, perseguir, apanhar, matar e utilizar animais da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória sem permissão, licença ou autorização das autoridades competentes é crimes, segundo a lei 9.605/1998. A pena varia de seis meses a um ano de prisão e multa de R$ 5 mil se o caso envolver espécies ameaçadas.
Confira a lista dos animais silvestres ameaçados em Alagoas
Mutum-de-alagoas
Nome científico: Pauxi mitu
Ocorrência: Rio Grande do Norte e Alagoas
Classificação: Extinto, pelos critérios nacionais e internacionais.
Macaco-prego-galego
Nome científico: Sapajus flavius
Ocorrência: Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Alagoas
Classificação: Em Perigo (EN) pelos critérios nacionais da portaria 44 e criticamente em perigo pelos critérios internacionais da IUCN.
Gato-do-mato
Nome científico: Leopardus tigrinus
Ocorrência: Mata Atlântica, Amazônia e àreas secas da Caatinga nordestina
Classificação: Em Perigo (EN) pelos critérios nacionais da portaria 444 e Vulnerável (VU) pelos critérios internacionais da IUCN.
Gato-mourisco
Nome científico: Puma yagouarondi
Ocorrência: os indivíduos de coloração mais escuras são associados à florestas, enquanto os mais claros encontrados em ambientes mais secos
Classificação: Vulnerável pelos critérios nacionais e "Pouco Preocupante" pelos critérios internacionais.
Onça-parda
Nome científico: Puma concolor
Ocorrência: todos os biomas do Brasil
Classificação: Vulnerável pelos critérios nacionais e quase ameaçada pelos critérios internacionais.
Cuandu-mirim
Nome científico: Coendou speratus
Ocorrência: Mata Atlântica de Pernambuco e em Alagoas
Classificação: Em Perigo (EN) pelos critérios nacionais.
Pintor-verdadeiro
Nome científico: Tangara fastuosa
Ocorrência: Pernambuco, Alagoas e Paraíba, com alguns relatos em Sergipe e Rio Grande do Norte
Classificação: Em Perigo (EN) pelos critérios nacionais e vulnerável (VU) pelos critérios internacionais.
Pintassilgo do nordeste
Nome científico: Sporagra yarrellii
Ocorrência: Nordeste
Classificação: Vulnerável nos critérios nacionais e internacionais.
Papagaio-chauá
Nome científico: Amazona rhodocorytha
Ocorrência: De Alagoas ao Rio de Janeiro
Classificação: Vulnerável (VU) nos critérios nacionais.
Peixe-boi-marinho
Nome científico: Trichechus manatus
Ocorrência: Nordeste
Classificação: Em Perigo (EN), pelos critérios nacionais e Vulnerável, segundo critérios internacionais.
Tartaruga-cabeçuda
Nome científico: Caretta caretta
Ocorrência: mares tropicais e subtropicais de todo mundo e também em águas temperadas
Classificação: Em perigo, nos critérios nacionais e internacionais.
Tartaruga-verde
Nome científico: Chelonia mydas
Ocorrência: Mares tropicais e subtropicais, águas temperadas, águas costeiras e ao redor das ilhas.
Classificação: Vulnerável, segundo critérios nacionais e Ameaçada segundo os critérios internacionais.
Tartaruga-de-pente
Nome científico: Eretmochelys imbricata
Ocorrência: Mares tropicais e por vezes sub-tropicais dos oceanos Atlântico, índico e Pacífico
Classificação: Criticamente ameaçada nos critérios nacionais e internacionais.
Tartaruga-oliva
Nome científico: Lepdochelys olivácea
Ocorrência: Mares tropicais e subtropicais, oceanos Pacífico e Índico, e oceano Atlântico, na América do Sul e costa oeste da África
Classificação: Em perigo de extinção nos critérios nacionais e Vulnerável nos critérios internacionais.
Jararacuçu de murici
Nome científico: Bothrops muriciensis
Ocorrência: Alagoas, na região do município de Murici
Classificação: Em perigo de extinção pelos critérios nacionais.
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