Professores suspendem greve após assembleia em Maceió
Uma assembleia geral realizada na manhã desta sexta-feira (28), na sede do Sinteal, no bairro do Mutange, levou trabalhadores em educação da rede pública de Maceió a votarem pela suspensão do movimento grevista, iniciado na última segunda-feira.
Uma decisão da Justiça já havia declarado o movimento ilegal antes mesmo de a paralisação iniciar. A categoria discute reajuste salarial de 7,64%, índice apresentado pelo MEC para o piso nacional em 12 de janeiro passado. A decisão previa multa de R$ 3 mil por dia de paralisação.
Na quarta-feira, 26, a Prefeitura anunciou corte do ponto dos servidores que aderiram à paralisação. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, durante o primeiro semestre deste ano foram realizadas várias reuniões com representantes do Sinteal, nas quais foi exposta a dificuldade financeira e o déficit de cerca de R$ 14 milhões referente aos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), por falta do repasse da União.
A entidade solicitou ao TJ-AL uma audiência de conciliação.
A secretária-adjunta de Formação Sindical da entidade, Girlene Lázaro, incentivou a categoria a “não parar a luta”. Ressaltando que existem 139 escolas na rede pública, Girlene falou da importância de debater e escolher a melhor forma de fazer a luta contra o poder e as arbitrariedades do Executivo municipal.
Após a decisão da categoria, ficou marcada a realização de um “Dia de Paralisação com Panfletagem”, na próxima 4ª feira (02 de agosto), com concentração às 08 horas, na Praça dos Martírios.
Uma decisão da Justiça já havia declarado o movimento ilegal antes mesmo de a paralisação iniciar. A categoria discute reajuste salarial de 7,64%, índice apresentado pelo MEC para o piso nacional em 12 de janeiro passado. A decisão previa multa de R$ 3 mil por dia de paralisação.
Na quarta-feira, 26, a Prefeitura anunciou corte do ponto dos servidores que aderiram à paralisação. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, durante o primeiro semestre deste ano foram realizadas várias reuniões com representantes do Sinteal, nas quais foi exposta a dificuldade financeira e o déficit de cerca de R$ 14 milhões referente aos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), por falta do repasse da União.
A entidade solicitou ao TJ-AL uma audiência de conciliação.
A secretária-adjunta de Formação Sindical da entidade, Girlene Lázaro, incentivou a categoria a “não parar a luta”. Ressaltando que existem 139 escolas na rede pública, Girlene falou da importância de debater e escolher a melhor forma de fazer a luta contra o poder e as arbitrariedades do Executivo municipal.
Após a decisão da categoria, ficou marcada a realização de um “Dia de Paralisação com Panfletagem”, na próxima 4ª feira (02 de agosto), com concentração às 08 horas, na Praça dos Martírios.
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