Defesa de prefeito de Maribondo preso diz que agressão a esposa foi legítima defesa
A defesa do prefeito de Maribondo, Leopoldo Pedrosa (PRB), preso no final de junho por agredir a esposa e a sogra, afirmou na tarde desta terça-feira (25) que a agressão foi um ato de legítima defesa.
"Os laudos periciais apontam que o Leopoldo saiu mais agredido do que ela. As lesões que ele causou na companheira foram lesões protetivas", disse o advogado Raimundo Palmeira.
Ele explica que a defesa pretende entrar com um pedido de revogação de prisão, e que a tese é comprovada por laudos periciais.
"A mãe dela (da vítima) o agrediu com uma vassoura. Ela alega que foi agredida, mas isso não aconteceu. Inclusive, no depoimento da suposta vítima, ela afirma que a mãe não foi agredida porque a irmã entrou na frente", falou.
No último dia 11 de junho, após a defesa do prefeiro alegar ausência de provas, o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) decidiu manter a prisão preventiva dele. À época, o desembargador entendeu que prisão é necessária para segurança da vítima.
A defesa ainda afirma que a "suposta vítima já fez um BO parecido contra um ex-companheiro, que ficou preso. Nesse BO, ela usou os mesmos termos que usou para prestar denúncia contra o Leopoldo".
Meiry Emanuella Oliveira Vasconcelos afirmou ter sido agredida a ponto de desmaiar. A mãe dela, Rosineide de Oliveira Vasconcelos, também apanhou, segundo o processo do TJ.
"Os laudos periciais apontam que o Leopoldo saiu mais agredido do que ela. As lesões que ele causou na companheira foram lesões protetivas", disse o advogado Raimundo Palmeira.
Ele explica que a defesa pretende entrar com um pedido de revogação de prisão, e que a tese é comprovada por laudos periciais.
"A mãe dela (da vítima) o agrediu com uma vassoura. Ela alega que foi agredida, mas isso não aconteceu. Inclusive, no depoimento da suposta vítima, ela afirma que a mãe não foi agredida porque a irmã entrou na frente", falou.
No último dia 11 de junho, após a defesa do prefeiro alegar ausência de provas, o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) decidiu manter a prisão preventiva dele. À época, o desembargador entendeu que prisão é necessária para segurança da vítima.
A defesa ainda afirma que a "suposta vítima já fez um BO parecido contra um ex-companheiro, que ficou preso. Nesse BO, ela usou os mesmos termos que usou para prestar denúncia contra o Leopoldo".
Meiry Emanuella Oliveira Vasconcelos afirmou ter sido agredida a ponto de desmaiar. A mãe dela, Rosineide de Oliveira Vasconcelos, também apanhou, segundo o processo do TJ.
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