Professores decidem manter paralisação em Maceió
Professores da rede municipal decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira (25), manter a greve da categoria memso com a decisão judicial que decretou a ilegalidade.
A paralisação começou na segunda (24) por reajuste salarial. A prefeitura se antecipou à mobilização e entrou com uma ação na Justiça para decretar a ilegalidade da greve.
A assessoria de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) disse que mesmo com a notificação da ilegalidade da greve, a mobilização continua. Ainda segundo a assessoria, o sindicato pediu uma audiência de consiliação e está reunindo provas de que está cumprindo a lei, para recorrer da decisão.
A categoria pede um reajuste de 7,64% no piso salarial, que é o percentual do piso nacional anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) no dia 12 de janeiro. “Nossa data base é pra ser reajustada em janeiro, conforme o MEC. Mas a prefeitura disse que não tinha como, alegou momento de crise. Por isso, nossa greve é por tempo indeterminado”, afirma Girlene.
Por meio de nota divulgada no site oficial da prefeitura de Maceió, o Município apresentou as razões para a ação na Justiça contra a greve.
“Percebemos que a maioria dos requisitos para que haja a deflagração desse movimento não estava sendo atendida, por isso entramos com o pedido de liminar pela ilegalidade da greve”, disse o procurador-geral do Município Diogo Coutinho.
Outro pedido deferido na Justiça foi a proibição aos manifestantes de invadirem espaços públicos e repartições para manifestações. Segundo Coutinho, isso é para manter a normalidade no município e das atividades administrativas.
De acordo com a Secretaria Municipal de Economia (Semec), a prefeitura tem se esforçado para manter as contas em ordem por causa da crise, incluindo os pagamentos dos servidores, mas entende que não cabe dar aumento neste momento para evitar que aconteça em Maceió o que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, que há meses não paga os servidores públicos.
A paralisação começou na segunda (24) por reajuste salarial. A prefeitura se antecipou à mobilização e entrou com uma ação na Justiça para decretar a ilegalidade da greve.
A assessoria de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) disse que mesmo com a notificação da ilegalidade da greve, a mobilização continua. Ainda segundo a assessoria, o sindicato pediu uma audiência de consiliação e está reunindo provas de que está cumprindo a lei, para recorrer da decisão.
A categoria pede um reajuste de 7,64% no piso salarial, que é o percentual do piso nacional anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) no dia 12 de janeiro. “Nossa data base é pra ser reajustada em janeiro, conforme o MEC. Mas a prefeitura disse que não tinha como, alegou momento de crise. Por isso, nossa greve é por tempo indeterminado”, afirma Girlene.
Por meio de nota divulgada no site oficial da prefeitura de Maceió, o Município apresentou as razões para a ação na Justiça contra a greve.
“Percebemos que a maioria dos requisitos para que haja a deflagração desse movimento não estava sendo atendida, por isso entramos com o pedido de liminar pela ilegalidade da greve”, disse o procurador-geral do Município Diogo Coutinho.
Outro pedido deferido na Justiça foi a proibição aos manifestantes de invadirem espaços públicos e repartições para manifestações. Segundo Coutinho, isso é para manter a normalidade no município e das atividades administrativas.
De acordo com a Secretaria Municipal de Economia (Semec), a prefeitura tem se esforçado para manter as contas em ordem por causa da crise, incluindo os pagamentos dos servidores, mas entende que não cabe dar aumento neste momento para evitar que aconteça em Maceió o que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, que há meses não paga os servidores públicos.
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