Defesa Civil vai demolir escombros da torre de igreja que desabou em Atalaia, AL
A Defesa Civil do município de Atalaia informou, nesta sexta-feira (7), que os escombros da estrutura de uma das torres da igreja Nossa Senhora da Conceição, que desabou na noite de ontem, serão demolidos neste sábado (8).
Com isso, a centenária imagem barroca de Nossa Senhora da Conceição teve que descer do altar temporariamente. A imagem dela e de outros santos vão ficar em uma sala da casa paroquial até a reabertura da igreja. O sino, que antes chamava os fiéis para a santa missa, também foi guardado.
Por precaução, tudo que tinha no local foi retirado, depois que uma das torres da igreja desabou.
O padre Manoel Francelino é pároco do local há cinco anos e diz que desde o domingo a torre apresentava sinais de que a estrutura estava comprometida.
“Tivemos o culto e as missas normais do domingo, mas na segunda-feira logo cedo pela manhã fui até a Prefeitura e entrei em contato com a Defesa Civil municipal. A mesma entrou em contato com a estadual, que deslocou um engenheiro até aqui para fazer um laudo pericial e uma análise. Assim, a igreja foi interditada de imediato", relata o administrador paroquial.
As paredes de uma parte da igreja foram construídas há mais de um século com uma mistura de cal, argila e mel de engenho. Com as chuvas que têm caído no estado, a argamassa ficou encharcada e cedeu.
O coordenador regional da Defesa Civil, Massilon Mendes, explica que houve uma movimentação de massas que acarretou o desmoronamento.
"Como é uma região canavieira, muitos engenheiros usavam o mel como aditivo para a argamassa de ligamento dos blocos, do tijolo batido, como a gente chama. Como a infiltração foi muito grande, houve uma movimentação de massas e o desmoronamento da torre, que agora está na iminência da outra parte cair”, diz Mendes.
A área foi interditada pela Defesa Civil do município, e o que sobrou da estrutura vai ser demolido neste sábado pela Prefeitura.
"Já fizemos o levantamento técnico com os engenheiros e com o pessoal que vai trazer um guindaste para que a gente possa fazer o resto da demolição, para que evite um novo sinistro. A reconstrução é um caso a parte, que será feita depois”, fala Mendes.
Por enquanto, as missas devem ser realizadas no salão paroquial e no Centro Social Atalaiense, que fica próximo a igreja. Os moradores dizem que é triste ver um dos símbolos do município quase destruído.
“Eu vivi toda a minha infância aqui. Me sinto de coração partido”, desabafa o aposentado José Calet.
Com isso, a centenária imagem barroca de Nossa Senhora da Conceição teve que descer do altar temporariamente. A imagem dela e de outros santos vão ficar em uma sala da casa paroquial até a reabertura da igreja. O sino, que antes chamava os fiéis para a santa missa, também foi guardado.
Por precaução, tudo que tinha no local foi retirado, depois que uma das torres da igreja desabou.
O padre Manoel Francelino é pároco do local há cinco anos e diz que desde o domingo a torre apresentava sinais de que a estrutura estava comprometida.
“Tivemos o culto e as missas normais do domingo, mas na segunda-feira logo cedo pela manhã fui até a Prefeitura e entrei em contato com a Defesa Civil municipal. A mesma entrou em contato com a estadual, que deslocou um engenheiro até aqui para fazer um laudo pericial e uma análise. Assim, a igreja foi interditada de imediato", relata o administrador paroquial.
As paredes de uma parte da igreja foram construídas há mais de um século com uma mistura de cal, argila e mel de engenho. Com as chuvas que têm caído no estado, a argamassa ficou encharcada e cedeu.
O coordenador regional da Defesa Civil, Massilon Mendes, explica que houve uma movimentação de massas que acarretou o desmoronamento.
"Como é uma região canavieira, muitos engenheiros usavam o mel como aditivo para a argamassa de ligamento dos blocos, do tijolo batido, como a gente chama. Como a infiltração foi muito grande, houve uma movimentação de massas e o desmoronamento da torre, que agora está na iminência da outra parte cair”, diz Mendes.
A área foi interditada pela Defesa Civil do município, e o que sobrou da estrutura vai ser demolido neste sábado pela Prefeitura.
"Já fizemos o levantamento técnico com os engenheiros e com o pessoal que vai trazer um guindaste para que a gente possa fazer o resto da demolição, para que evite um novo sinistro. A reconstrução é um caso a parte, que será feita depois”, fala Mendes.
Por enquanto, as missas devem ser realizadas no salão paroquial e no Centro Social Atalaiense, que fica próximo a igreja. Os moradores dizem que é triste ver um dos símbolos do município quase destruído.
“Eu vivi toda a minha infância aqui. Me sinto de coração partido”, desabafa o aposentado José Calet.
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