Militares realizam ato em Maceió e cobram recomposição salarial
Integrantes do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar (PM) realizaram um ato, na tarde desta quarta-feira (5), no Centro de Maceió, com a finalidade de cobrar do Governo do Estado a recomposição salarial da categoria, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os militares alegam que seus vencimentos seguem estagnados já há três anos.
Segundo o sargento Túlio, do CBM, os militares exigem uma resposta quanto às demandas já apresentadas ao Executivo. ''O IPCA foi, inclusive, um acordo firmado com o governo, ainda em 2015, por intermédio do Tribunal de Justiça. Nosso poder de compra caiu significativamente. Se o índice tivesse sido aplicado ao longo dos últimos três anos, nós certamente estaríamos numa situação melhor do que a atual'', declarou o militar, lembrando que o IPCA encerrou 2015 com alta acumulada de 10,67%, segundo o IBGE.
Ainda segundo o sargento, o cumprimento do acordo em questão também seria uma forma de valorizar a categoria "que necessita de reconhecimento porque arrisca a própria vida para proteger a sociedade".
''Não queremos criar nenhum alvoroço, mas é por conta de nosso empenho que os índices de violência diminuíram em Alagoas. O Estado administra, mas quem está na rua somos nós. Sabemos da crise pela qual passa o país, mas a situação de Alagoas supera a de muitos estados. Por isso, também cobramos atenção à lei de promoções, para que possamos ascender na carreira", emendou Túlio.
Os militares se concentraram na Praça Dom Pedro II, no Centro, e informaram que, ainda nesta tarde, sairão em caminhada até à Praça dos Martírios, encerrando o ato à porta do Palácio Floriano Peixoto.
Segundo o sargento Túlio, do CBM, os militares exigem uma resposta quanto às demandas já apresentadas ao Executivo. ''O IPCA foi, inclusive, um acordo firmado com o governo, ainda em 2015, por intermédio do Tribunal de Justiça. Nosso poder de compra caiu significativamente. Se o índice tivesse sido aplicado ao longo dos últimos três anos, nós certamente estaríamos numa situação melhor do que a atual'', declarou o militar, lembrando que o IPCA encerrou 2015 com alta acumulada de 10,67%, segundo o IBGE.
Ainda segundo o sargento, o cumprimento do acordo em questão também seria uma forma de valorizar a categoria "que necessita de reconhecimento porque arrisca a própria vida para proteger a sociedade".
''Não queremos criar nenhum alvoroço, mas é por conta de nosso empenho que os índices de violência diminuíram em Alagoas. O Estado administra, mas quem está na rua somos nós. Sabemos da crise pela qual passa o país, mas a situação de Alagoas supera a de muitos estados. Por isso, também cobramos atenção à lei de promoções, para que possamos ascender na carreira", emendou Túlio.
Os militares se concentraram na Praça Dom Pedro II, no Centro, e informaram que, ainda nesta tarde, sairão em caminhada até à Praça dos Martírios, encerrando o ato à porta do Palácio Floriano Peixoto.
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