Luta dos professores por reajuste continua com protestos em Arapiraca
A guerra dos profissionais da Educação contra a Prefeitura de Arapiraca continua. Sem uma resposta sobre a exigência dos 7,64% de reajuste salarial, a categoria foi às principais ruas da Capital do Agreste, na manhã desta terça-feira (4), para cobrar os direitos que são garantidos por lei. A caminhada reuniu centenas de trabalhadores que, ao final, ocuparam a Câmara de Vereadores da cidade para receber apoio dos vereadores.
Cerca de 35 mil alunos da rede municipal estão prejudicados com a crise da Educação de Arapiraca. Em virtude da negativa de reajuste pela Prefeitura e também por realizar descontos nos salários dos profissionais, a categoria dos professores já declarou que vai ingressar com ação na Justiça contra o prefeito.
Para o pedagogo Cléber Gomes, Arapiraca atravessa por um momento histórico. “A greve foi provocada por uma gestão que não foi capaz de demonstrar competência e habilidade para gerir os recursos. Lembrando que o calendário escolar começou atrasado. Era para ter começado em fevereiro, não começamos. Depois, ficou de iniciar em março, também não começamos. O gestor nem sequer deu satisfação à sociedade arapiraquense, em relação a isso”, comentou.
De acordo com Cléber, a porcentagem solicitada é de reajuste e não de aumento salarial. “Além do reajuste, também tem a questão da estrutura da rede pública de ensino de Arapiraca, que se encontra em estado precário. As escolas precisam de reforma, a situação da merenda também não é boa, também há problemas nos transportes, com superlotação. Mas não é somente a superlotação, é preciso que haja manutenção nos transportes, para que haja segurança aos professores”, disse Cléber.
A assessoria de comunicação da Prefeitura de Arapiraca informou que vai encaminhar uma nota sobre a situação.
Cerca de 35 mil alunos da rede municipal estão prejudicados com a crise da Educação de Arapiraca. Em virtude da negativa de reajuste pela Prefeitura e também por realizar descontos nos salários dos profissionais, a categoria dos professores já declarou que vai ingressar com ação na Justiça contra o prefeito.
Para o pedagogo Cléber Gomes, Arapiraca atravessa por um momento histórico. “A greve foi provocada por uma gestão que não foi capaz de demonstrar competência e habilidade para gerir os recursos. Lembrando que o calendário escolar começou atrasado. Era para ter começado em fevereiro, não começamos. Depois, ficou de iniciar em março, também não começamos. O gestor nem sequer deu satisfação à sociedade arapiraquense, em relação a isso”, comentou.
De acordo com Cléber, a porcentagem solicitada é de reajuste e não de aumento salarial. “Além do reajuste, também tem a questão da estrutura da rede pública de ensino de Arapiraca, que se encontra em estado precário. As escolas precisam de reforma, a situação da merenda também não é boa, também há problemas nos transportes, com superlotação. Mas não é somente a superlotação, é preciso que haja manutenção nos transportes, para que haja segurança aos professores”, disse Cléber.
A assessoria de comunicação da Prefeitura de Arapiraca informou que vai encaminhar uma nota sobre a situação.
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