Vítimas de enchentes fecham Dique Estrada e cobram auxílio da Prefeitura
'A gente não é pato para viver dentro d'água". A declaração, em tom de ironia, retrata o desespero da marisqueira Cristiane da Silva, que, na tarde desta sexta-feira (30), liderou novo bloqueio da Avenida Senador Rui Palmeira, no Dique Estrada, bairro Vergel do Lago.
Eles protestam contra a falta de infraestrutura no local que continua a registrar alagamentos sempre que chove, cobrando o auxílio da Prefeitura de Maceió.
Segundo a comunidade, desde as fortes chuvas do mês de maio, dezenas de famílias seguem "esquecidas pelo poder público", dada a série de transtornos no local.
De acordo com Cristiane, as vítimas das enchentes que estão residindo em barracos às margens da Lagoa Mundaú dividem espaço com roedores e animais peçonhentos, permanecendo expostos a doenças de veiculação hídrica. Alguns dos moradores, inclusive, estariam até passando fome.
"Ninguém aparece por aqui sequer para nos entregar cestas básicas. A gente não é pato para viver dentro d'água. Precisamos de um local com o mínimo de dignidade para morar. Com o desaparecimento do sururu, em razão das chuvas, a gente está passando fome. Ainda assim, ninguém aparece para nos ajudar. Por isso, o bloqueio da pista é o único caminho que temos para chamar a atenção. Caso contrário, continuaremos sem ajuda", disse a manifestante, que cobra o denominado aluguel social.
Segundo ela, também há muitas crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, sendo necessária também ação de assistentes sociais no local. "E a gente não quer casa no Benedito Bentes. Precisamos de moradias que sejam próximas à lagoa, porque é dela que tiramos nosso sustento, além de ser o local onde nascemos", expôs Cristiane.
Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) informou que não foi notificada pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil e que só pode ajudar os moradores após receber tal orientação. Já militares do 1º Batalhão foram acionados à ocorrência para negociar o desbloqueio da via, após os moradores espalharem pneus e galhos pela pista.
Eles protestam contra a falta de infraestrutura no local que continua a registrar alagamentos sempre que chove, cobrando o auxílio da Prefeitura de Maceió.
Segundo a comunidade, desde as fortes chuvas do mês de maio, dezenas de famílias seguem "esquecidas pelo poder público", dada a série de transtornos no local.
De acordo com Cristiane, as vítimas das enchentes que estão residindo em barracos às margens da Lagoa Mundaú dividem espaço com roedores e animais peçonhentos, permanecendo expostos a doenças de veiculação hídrica. Alguns dos moradores, inclusive, estariam até passando fome.
"Ninguém aparece por aqui sequer para nos entregar cestas básicas. A gente não é pato para viver dentro d'água. Precisamos de um local com o mínimo de dignidade para morar. Com o desaparecimento do sururu, em razão das chuvas, a gente está passando fome. Ainda assim, ninguém aparece para nos ajudar. Por isso, o bloqueio da pista é o único caminho que temos para chamar a atenção. Caso contrário, continuaremos sem ajuda", disse a manifestante, que cobra o denominado aluguel social.
Segundo ela, também há muitas crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, sendo necessária também ação de assistentes sociais no local. "E a gente não quer casa no Benedito Bentes. Precisamos de moradias que sejam próximas à lagoa, porque é dela que tiramos nosso sustento, além de ser o local onde nascemos", expôs Cristiane.
Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) informou que não foi notificada pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil e que só pode ajudar os moradores após receber tal orientação. Já militares do 1º Batalhão foram acionados à ocorrência para negociar o desbloqueio da via, após os moradores espalharem pneus e galhos pela pista.
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