Eliminado com Portugal, Cristiano Ronaldo se despede do sonho para entrar em um pesadelo
Desde a preparação visando o início da Copa das Confederações de 2017, o clima geral era de um desdém que em nada lembrou o entusiasmo com o qual o torneio [que reúne as seleções campeãs continentais e mundial ao país sede da próxima Copa do Mundo] preparatório para o Mundial era tratado no Brasil anteriormente.
Talvez seja fruto das recentes decepções brasileiras com o certame, que deu falsas ilusões à Seleção e pavimentou relaxamentos que se mostraram fatais nos últimos três Mundiais. Ou pelo simples fato da ausência da equipe brasileira.
De qualquer forma, para os atuais campeões sul-americanos e europeus, as duas escolas mais tradicionais dos grandes embates entre seleções, a Copa das Confederações teve - e tem - um peso importantíssimo. Afinal de contas, Chile e Portugal não são equipes que ganham títulos com grande assiduidade. Muito pelo contrário! Chilenos e portugueses só foram comemorar troféus oficiais com as suas seleções principais a partir de 2015.
É por isso que a eliminação nos pênaltis para o Chile, na semifinal disputada nesta quarta-feira (28), coloca um ponto final à esperança não somente dos fãs da seleção portuguesa. É o fim do sonho de Cristiano Ronaldo em levantar mais um troféu vestindo a camisa do seu país.
Atual melhor do mundo, e favorito para se manter no topo após uma temporada espetacular com o Real Madrid – culminando nos títulos de La Liga e mais uma Champions League –, CR7 não quis saber de descanso após o término da temporada dos clubes. O objetivo era aproveitar ao máximo os frutos da histórica conquista da Euro 2016 e dar ao seu povo mais um troféu.
Levando em consideração o time mais jovem que o técnico Joachim Low convocou para a Alemanha, Portugal era favorita ao título. Um favoritismo explicado simplesmente pela presença de Cristiano Ronaldo. A boa expectativa também era comprovada nos números com os quais os lusos comandados por Fernando Santos chegaram à semifinal - melhor ataque [ao lado da Alemanha, 7 gols] e time que mais criou chances de gols [46] – e pelo desempenho decisivo de CR7, autor de dois gols e de uma assistência espetacular para Quaresma no confronto contra o México.
Mas se tem no mundo uma seleção que se acostumou, desde o seu primeiro título em 2015, a destruir os sonhos adversários na marca da cal, esse time é o Chile. Vale lembrar que os títulos de Copa América conquistados em 2015 e 2016 foram nas cobranças alternadas. Ainda mais impressionante: contra a Argentina de Lionel Messi, grande rival de Cristiano Ronaldo na corrida para ver quem é o melhor jogador do mundo. Quando os sul-americanos repetem o feito pela terceira vez, não podemos falar em sorte.
Talvez seja fruto das recentes decepções brasileiras com o certame, que deu falsas ilusões à Seleção e pavimentou relaxamentos que se mostraram fatais nos últimos três Mundiais. Ou pelo simples fato da ausência da equipe brasileira.
De qualquer forma, para os atuais campeões sul-americanos e europeus, as duas escolas mais tradicionais dos grandes embates entre seleções, a Copa das Confederações teve - e tem - um peso importantíssimo. Afinal de contas, Chile e Portugal não são equipes que ganham títulos com grande assiduidade. Muito pelo contrário! Chilenos e portugueses só foram comemorar troféus oficiais com as suas seleções principais a partir de 2015.
É por isso que a eliminação nos pênaltis para o Chile, na semifinal disputada nesta quarta-feira (28), coloca um ponto final à esperança não somente dos fãs da seleção portuguesa. É o fim do sonho de Cristiano Ronaldo em levantar mais um troféu vestindo a camisa do seu país.
Atual melhor do mundo, e favorito para se manter no topo após uma temporada espetacular com o Real Madrid – culminando nos títulos de La Liga e mais uma Champions League –, CR7 não quis saber de descanso após o término da temporada dos clubes. O objetivo era aproveitar ao máximo os frutos da histórica conquista da Euro 2016 e dar ao seu povo mais um troféu.
Levando em consideração o time mais jovem que o técnico Joachim Low convocou para a Alemanha, Portugal era favorita ao título. Um favoritismo explicado simplesmente pela presença de Cristiano Ronaldo. A boa expectativa também era comprovada nos números com os quais os lusos comandados por Fernando Santos chegaram à semifinal - melhor ataque [ao lado da Alemanha, 7 gols] e time que mais criou chances de gols [46] – e pelo desempenho decisivo de CR7, autor de dois gols e de uma assistência espetacular para Quaresma no confronto contra o México.
Mas se tem no mundo uma seleção que se acostumou, desde o seu primeiro título em 2015, a destruir os sonhos adversários na marca da cal, esse time é o Chile. Vale lembrar que os títulos de Copa América conquistados em 2015 e 2016 foram nas cobranças alternadas. Ainda mais impressionante: contra a Argentina de Lionel Messi, grande rival de Cristiano Ronaldo na corrida para ver quem é o melhor jogador do mundo. Quando os sul-americanos repetem o feito pela terceira vez, não podemos falar em sorte.
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