Mãe e filho se reencontram após 23 anos, em Piaçabuçu, Alagoas

Por Redação com Piaçabuçu News 29/06/2017 08h08 - Atualizado em 29/06/2017 11h11
Por Redação com Piaçabuçu News 29/06/2017 08h08 Atualizado em 29/06/2017 11h11
Mãe e filho se reencontram após 23 anos, em Piaçabuçu, Alagoas
Foto: Piaçabuçu News
O município de Piaçabuçu foi palco de uma emocionante história sobre o reencontro de uma mãe e um filho que não tinham contato há 23 anos. Dona Ana Maria Pastora da Conceição, moradora do bairro Paciência, e Arlan da Conceição Santana.

Arlan, hoje com 26 anos, foi levado para a Bahia, pelo pai Benedito Santana, com apenas três anos de idade. Desde então, dona Ana Maria ficou sem notícias do filho.

Em entrevista, Dona Ana Maria, muito emocionada, afirma estar muito ansiosa para ver o filho e anseia para que ele permaneça com ela, mesmo não tendo condições. “Quando soube que encontraram meu filho eu não pude me controlar, achava eu que ia morrer e não ia mais ter contato com ele. Esperei muito por essa momento, e agora eu só quero abraçar meu filho e dizer o quanto o amo. Não tenho muitas condições, mas quero muito que ele fique aqui comigo.” Ressaltou.

Após 23 anos, Arlan e Dona Ana Maria puderam se reencontrar e matar a saudade.

Conheça a história


Ana Maria casou-se com Benedito, porém após o término do relacionamento, Benedito resolveu voltar para a Bahia, sua terra natal.

O casal teve dois filhos, Arlan e Alex. Arlan é o filho mais velho e por isso o pai o levou, mesmo sem o consentimento da mãe.

Dona Ana Maria tentou por várias vezes ter notícias de Arlan, mas suas tentativas foram mal sucedidas, pois ninguém sabia dele. “Ouvi pessoas dizerem que meu filho estava em Salvador-BA, que tinham visto no “Orkut”, mas eu não tinha como saber se era verdade. Sempre lembrei do meu filho, nunca esqueci. Soube que haviam uns baianos morando no Peba, fui procurar saber noticias do meu filho, mas eles não souberam me dizer. Já não tinha esperança”, ressaltou emocionada.

Arlan foi criado pela avó paterna e após a morte dela passou a ser criado pela tia, Luzia, mas sempre teve o desejo em seu coração de voltar para os braços da mãe. “Eu nunca esqueci da minha mãe, eu amo muito ela, sempre tive o desejo de voltar a vê-la”, disse o jovem, esperançoso para o reencontro.