Presídios de Alagoas têm 78 casos de sífilis e 16 de Aids
Entre os 4.210 presos recolhidos nas nove unidades prisionais de Alagoas há 78 registros de sífilis e 16 casos identificados de Aids. Esses são números oficiais, contabilizados pela diretoria de saúde do sistema prisional, e se referem à ocorrência de doenças infectocontagiosas nos presídios do Estado.
A maioria dos infectados é de jovens, com idade entre 18 e 29 anos, e as doenças foram contraídas antes de chegarem ao cárcere, ou seja, são pré-existentes.
Todos os casos são informados à Vigilância Epidemiológica Municipal, mas o tratamento é feito no próprio presídio. Já entre os presos com idade mais avançada, as doenças mais comuns são as dermatites (doenças de pele, como sarna e herpes), diabetes, hipertensão arterial, deficiência renal e cardiopatias.
Ao deixar as delegacias para serem encaminhados ao sistema prisional, os presos têm como primeira parada a Casa de Custódia. Ali o detento é entrevistado para coleta de dados pessoais, que vão revelar se são usuários de drogas, se têm transtorno psíquico, e são submetido a exame físico geral.
“Nenhum reeducando entra no sistema sem essa avaliação. Com ela, identificamos doenças pré-existentes, que exigem notificação e tratamento”, revela a diretora de Saúde, assistente social Larissa Vital. Segundo ela, nas nove unidades prisionais há uma equipe interdisciplinar formada por clínico-geral, psicólogo, dentista, assistente social, enfermeiro, técnico de enfermagem e auxiliar de saúde bucal.
A diretora lembra que o ambiente prisional é naturalmente propício à proliferação das doenças dermatológicas, como sarnas e herpes, por isso há sempre necessidade de atenção com as condições de saúde dos apenados. Há ali, além da clausura, o problema da superlotação, o que aumenta os riscos de contaminação.
Mas são as doenças sexualmente transmissíveis, popularizadas como DSTs, que causam maior preocupação no tocante à saúde dos reeducandos. A sífilis tem um número significativo de pacientes. No sistema prisional alagoano, há 78 casos notificados e em tratamento, sendo 53 em homens e 25 em mulheres.
A maioria dos infectados é de jovens, com idade entre 18 e 29 anos, e as doenças foram contraídas antes de chegarem ao cárcere, ou seja, são pré-existentes.
Todos os casos são informados à Vigilância Epidemiológica Municipal, mas o tratamento é feito no próprio presídio. Já entre os presos com idade mais avançada, as doenças mais comuns são as dermatites (doenças de pele, como sarna e herpes), diabetes, hipertensão arterial, deficiência renal e cardiopatias.
Ao deixar as delegacias para serem encaminhados ao sistema prisional, os presos têm como primeira parada a Casa de Custódia. Ali o detento é entrevistado para coleta de dados pessoais, que vão revelar se são usuários de drogas, se têm transtorno psíquico, e são submetido a exame físico geral.
“Nenhum reeducando entra no sistema sem essa avaliação. Com ela, identificamos doenças pré-existentes, que exigem notificação e tratamento”, revela a diretora de Saúde, assistente social Larissa Vital. Segundo ela, nas nove unidades prisionais há uma equipe interdisciplinar formada por clínico-geral, psicólogo, dentista, assistente social, enfermeiro, técnico de enfermagem e auxiliar de saúde bucal.
A diretora lembra que o ambiente prisional é naturalmente propício à proliferação das doenças dermatológicas, como sarnas e herpes, por isso há sempre necessidade de atenção com as condições de saúde dos apenados. Há ali, além da clausura, o problema da superlotação, o que aumenta os riscos de contaminação.
Mas são as doenças sexualmente transmissíveis, popularizadas como DSTs, que causam maior preocupação no tocante à saúde dos reeducandos. A sífilis tem um número significativo de pacientes. No sistema prisional alagoano, há 78 casos notificados e em tratamento, sendo 53 em homens e 25 em mulheres.
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