Desembargador decreta ilegalidade da greve dos servidores de Maceió
A Justiça decretou a ilegalidade da greve dos servidores de Maceió, deflagrada nesta quinta-feira (22). A decisão é do desembargador Domingos de Araújo Lima Neto, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL).
A greve geral foi decidida em assembleia realizada na última quarta e a categoria cobra reajuste salarial. Para marcar o começo da greve, os servidores saíram em passeata pelas ruas do centro da cidade na manhã de hoje.
Acatando um pedido da prefeitura, o desembargador afirma que a greve fere a lei. "Para acontecer, a greve tem que respeitar vários quesitos legais e eles não foram respeitados", disse.
O prefeito falou que não está confirmado se haverá reajuste. "A gente entende que é um momento difícil para o país, e nem sabemos quem será o presidente da República amanhã. A arrecadação do município caiu mais uma vez mês passado, o que reflete diretamente no fundo de participação dos municípios", alegou Palmeira.
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maceió e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (SINDSPREF), Sidney Lopes, contou que a prefeitura pediu cinco meses para avaliar se poderia dar o reajuste salarial, mas o prazo acabou e nada foi decidido.
"Agora pediram mais três meses. Não podemos ficar sem reajuste. Pelo balanço que nos apresentaram, há como dar aumento sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal, mas falam que não tem dinheiro para o servidor", reclamou.
A greve geral foi decidida em assembleia realizada na última quarta e a categoria cobra reajuste salarial. Para marcar o começo da greve, os servidores saíram em passeata pelas ruas do centro da cidade na manhã de hoje.
Acatando um pedido da prefeitura, o desembargador afirma que a greve fere a lei. "Para acontecer, a greve tem que respeitar vários quesitos legais e eles não foram respeitados", disse.
O prefeito falou que não está confirmado se haverá reajuste. "A gente entende que é um momento difícil para o país, e nem sabemos quem será o presidente da República amanhã. A arrecadação do município caiu mais uma vez mês passado, o que reflete diretamente no fundo de participação dos municípios", alegou Palmeira.
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maceió e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (SINDSPREF), Sidney Lopes, contou que a prefeitura pediu cinco meses para avaliar se poderia dar o reajuste salarial, mas o prazo acabou e nada foi decidido.
"Agora pediram mais três meses. Não podemos ficar sem reajuste. Pelo balanço que nos apresentaram, há como dar aumento sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal, mas falam que não tem dinheiro para o servidor", reclamou.
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