MPE/AL vai averiguar suspeitas de irregularidades na distribuição de donativos e mantimentos para desabrigados da chuva
A comissão instituída pelo Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) para fiscalizar possíveis fraudes com doações e recursos destinados às vítimas das chuvas foi ao município de Marechal Deodoro, nesta sexta-feira (16), averiguar denúncias de que comida estragada tenha sido servida aos desalojados da enchente ocorrida no mês passado. Também havia suspeita de que a água recebida como doação estava sendo mal acondicionada e perdendo qualidade.
A visita foi chefiada pelo coordenador da comissão, promotor de Justiça José Antônio Malta Marques, e acompanhada pelo promotor de Justiça de Marechal Deodoro, Silvio Azevedo. Depois de ouvirem algumas famílias afetadas e representantes da Prefeitura daquele município, foi decidido que o órgão ministerial requisitará à Polícia Civil a abertura de inquérito com o objetivo de apurar a denúncia de que haveria comida deteriorada sendo entregue às vítimas.
“Constatamos que não há perda da qualidade da água doada. O que ocorre é que alguns botijões estão sujos e isso dá a impressão da água estar barrenta, ou coisa parecida. Mas todos observamos que os vasilhames estão com sua integridade conservada. O que achamos foi um pequeno desajuste na logística de entrega desse material. Solicitamos à prefeitura que aprimore isso para que não falte água ou qualquer tipo de estrutura para as pessoas que ficaram sem suas casas”, disse o coordenador da comissão.
Quanto ao fornecimento de suposta alimentação estragada, os promotores de Justiça afirmaram que é preciso apurar a denúncia com mais profundidade. “Ouvimos os representantes da gestão do município e as pessoas que estão abrigadas nas escolas. Cada um tem uma versão da história. Mas essa é uma situação que precisa ser investigada com bastante cuidado, não podemos achar que foi apenas um engano ou um descuido. Temos que saber o que aconteceu de fato. Essa investigação ficará a cargo do promotor de Justiça do Marechal Deodoro, que terá total apoio da comissão em sua decisão”, completou o presidente da comissão.
O promotor de Justiça de Marechal Deodoro, Silvio Azevedo, afirmou que requisitará à Polícia Civil abertura de inquérito para investigar a denúncia. “O fato é que algumas marmitas estavam com larvas, demonstrando que a comida estava totalmente estragada. Por isso, o café da manhã e o almoço foram jogados fora ontem. Vimos isso em algumas filmagens e fotos. Para saber o que aconteceu de fato, requisitaremos a abertura de inquérito à Polícia Civil. É preciso investigar se o fato ocorreu por negligência na manipulação dos alimentos ou foi um ato criminoso. Qualquer que tenha sido o motivo precisamos encontrar o responsável”, enfatizou Sílvio Azevedo.
A visita foi chefiada pelo coordenador da comissão, promotor de Justiça José Antônio Malta Marques, e acompanhada pelo promotor de Justiça de Marechal Deodoro, Silvio Azevedo. Depois de ouvirem algumas famílias afetadas e representantes da Prefeitura daquele município, foi decidido que o órgão ministerial requisitará à Polícia Civil a abertura de inquérito com o objetivo de apurar a denúncia de que haveria comida deteriorada sendo entregue às vítimas.
“Constatamos que não há perda da qualidade da água doada. O que ocorre é que alguns botijões estão sujos e isso dá a impressão da água estar barrenta, ou coisa parecida. Mas todos observamos que os vasilhames estão com sua integridade conservada. O que achamos foi um pequeno desajuste na logística de entrega desse material. Solicitamos à prefeitura que aprimore isso para que não falte água ou qualquer tipo de estrutura para as pessoas que ficaram sem suas casas”, disse o coordenador da comissão.
Quanto ao fornecimento de suposta alimentação estragada, os promotores de Justiça afirmaram que é preciso apurar a denúncia com mais profundidade. “Ouvimos os representantes da gestão do município e as pessoas que estão abrigadas nas escolas. Cada um tem uma versão da história. Mas essa é uma situação que precisa ser investigada com bastante cuidado, não podemos achar que foi apenas um engano ou um descuido. Temos que saber o que aconteceu de fato. Essa investigação ficará a cargo do promotor de Justiça do Marechal Deodoro, que terá total apoio da comissão em sua decisão”, completou o presidente da comissão.
O promotor de Justiça de Marechal Deodoro, Silvio Azevedo, afirmou que requisitará à Polícia Civil abertura de inquérito para investigar a denúncia. “O fato é que algumas marmitas estavam com larvas, demonstrando que a comida estava totalmente estragada. Por isso, o café da manhã e o almoço foram jogados fora ontem. Vimos isso em algumas filmagens e fotos. Para saber o que aconteceu de fato, requisitaremos a abertura de inquérito à Polícia Civil. É preciso investigar se o fato ocorreu por negligência na manipulação dos alimentos ou foi um ato criminoso. Qualquer que tenha sido o motivo precisamos encontrar o responsável”, enfatizou Sílvio Azevedo.
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