Esquema de falsificação de cosméticos faz vítimas em salões de Alagoas
Clientes que tiveram os cabelos danificados após usarem um produto de alisamento aparentemente confiável em salões de beleza de Alagoas, procuraram a polícia para denunciar que algo estava errado. Várias reações alérgicas e queda abundante de cabelo foram algumas das situações relatadas pelas vítimas durante o registro dos boletins de ocorrência.
Segundo informações da Polícia Civil, a investigação culminou na prisão de duas pessoas suspeitas de revenderem produtos de alisamento da marca Hydra Liss falsificados, fabricados em laboratório clandestino no interior do Paraná.
Magnus José de Lima da Silva, de 43 anos, e Jezreely de Lima Silva Santos, 28, foram presos em Alagoas, em cumprimento a mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão.
Além da falsificação, eles revendiam os produtos às vítimas, através de contrato de exclusividade no fornecimento. O custo de fabricação de cada frasco falso do produto era de, aproximadamente, R$ 60,00. O mesmo frasco era vendido aos salões por R$ 400,00.
A operação foi realizada por agentes da Deic e da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) em Maceió, Arapiraca e Marechal Deodoro, coordenados pelo delegado Filipe Caldas. Diligências também foram realizadas no estado do Paraná.
“Através de contato com as empresas que supostamente fabricavam o produto, cumprimento de carta precatória, ofícios à Vigilância Sanitária, encaminhamento do produto à Perícia Oficial, entre outras diligências investigativas, comprovamos que a organização criminosa estava fabricando e comercializando produtos cosméticos falsos e adulterados”, esclareceu Filipe Caldas.
Os envolvidos responderão pelos crimes de falsificação de produtos, estelionato e formação de organização criminosa. Foi apreendida ainda outra linha de produtos da organização, que já estavam vencidos.
Segundo informações da Polícia Civil, a investigação culminou na prisão de duas pessoas suspeitas de revenderem produtos de alisamento da marca Hydra Liss falsificados, fabricados em laboratório clandestino no interior do Paraná.
Magnus José de Lima da Silva, de 43 anos, e Jezreely de Lima Silva Santos, 28, foram presos em Alagoas, em cumprimento a mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão.
Além da falsificação, eles revendiam os produtos às vítimas, através de contrato de exclusividade no fornecimento. O custo de fabricação de cada frasco falso do produto era de, aproximadamente, R$ 60,00. O mesmo frasco era vendido aos salões por R$ 400,00.
A operação foi realizada por agentes da Deic e da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) em Maceió, Arapiraca e Marechal Deodoro, coordenados pelo delegado Filipe Caldas. Diligências também foram realizadas no estado do Paraná.
“Através de contato com as empresas que supostamente fabricavam o produto, cumprimento de carta precatória, ofícios à Vigilância Sanitária, encaminhamento do produto à Perícia Oficial, entre outras diligências investigativas, comprovamos que a organização criminosa estava fabricando e comercializando produtos cosméticos falsos e adulterados”, esclareceu Filipe Caldas.
Os envolvidos responderão pelos crimes de falsificação de produtos, estelionato e formação de organização criminosa. Foi apreendida ainda outra linha de produtos da organização, que já estavam vencidos.
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