Polícia Civil do RJ faz operação contra desvios em Furnas
A Polícia Civil do Rio de Janeiro está nas ruas para cumprir mandados de busca e apreensão em um desdobramento da Operação Lava Jato na manhã desta quinta-feira (8). A investigação da Delegacia Fazendária mostrou indícios de corrupção em contratos firmados por Furnas, mais precisamente na compra de ações da Hidrelétrica Serra do Facão. O responsável seria o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Os agentes chegaram à sede da empresa, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, por volta das 6h20. Os agentes cumprem 25 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e oito em São Paulo sobre lavagem de dinheiro, corrupção e desvio de verbas de Furnas. Em São Paulo, são cumpridos mandados em um prédio comercial da Avenida Nove de Julho, região central da capital paulista.
A investigação das autoridades partiu de informações obtidas no termo de colaboração do ex-senador Delcidio do Amaral. Como um dos envolvidos é o ex-deputado federal Eduardo Cunha, que perdeu o foro privilegiado, a investigação ficou a cargo da Delegacia Fazendária da Polícia Civil do Rio.
A operação envolve 15 delegacias no Rio de Janeiro, além do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de dinheiro da Polícia Civil, e uma delegacia em São Paulo. A ação conta com a participação de cerca de 120 agentes que buscam, principalmente, documentos que demonstrem as fraudes em Furnas.
Entenda como funciona o esquema
A investigação se baseou na compra, por parte de Furnas, da totalidade das ações da Serra do Facão Participações após mudança na legalização proposta por Cunha.
Segundo as investigações, no ano de 2007, Furnas possuía 49,9% das ações da Serra do Facão, sendo o restante de posse do Fundo de Participações Oliver Trust Servicer e outras empresas. Neste mesmo ano, Furnas desistiu da preferência de compra da totalidade das ações devido ao impedimento legal, já que empresas ligadas à Eletrobrás não poderiam ter participação majoritária em sociedades que tivessem concessão ou autorização de geração de energia.
Com isso, os 50,1% da Oliver e de outras empresas foram vendidas para a Companhia Serra da Carioca II por R$ 7 milhões. No entanto, em fevereiro de 2008, Cunha conseguiu, através de uma medida provisória, retirar o impedimento da Lei, permitindo, meses depois, que Furnas adquirisse o lote de ações pelo valor de R$ 80 milhões.
Segundo Delcidio, Cunha era ligado a sócios da Carioca II e está ligado aos esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a construção da Hidrelétrica Serra do Facão, assim como teria ligação direta com ex-funcionários de Furnas. Segundo a polícia, todos se beneficiaram por meio da prática de atos de corrupção, além de desviarem e lavarem capitais.
Os agentes chegaram à sede da empresa, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, por volta das 6h20. Os agentes cumprem 25 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e oito em São Paulo sobre lavagem de dinheiro, corrupção e desvio de verbas de Furnas. Em São Paulo, são cumpridos mandados em um prédio comercial da Avenida Nove de Julho, região central da capital paulista.
A investigação das autoridades partiu de informações obtidas no termo de colaboração do ex-senador Delcidio do Amaral. Como um dos envolvidos é o ex-deputado federal Eduardo Cunha, que perdeu o foro privilegiado, a investigação ficou a cargo da Delegacia Fazendária da Polícia Civil do Rio.
A operação envolve 15 delegacias no Rio de Janeiro, além do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de dinheiro da Polícia Civil, e uma delegacia em São Paulo. A ação conta com a participação de cerca de 120 agentes que buscam, principalmente, documentos que demonstrem as fraudes em Furnas.
Entenda como funciona o esquema
A investigação se baseou na compra, por parte de Furnas, da totalidade das ações da Serra do Facão Participações após mudança na legalização proposta por Cunha.
Segundo as investigações, no ano de 2007, Furnas possuía 49,9% das ações da Serra do Facão, sendo o restante de posse do Fundo de Participações Oliver Trust Servicer e outras empresas. Neste mesmo ano, Furnas desistiu da preferência de compra da totalidade das ações devido ao impedimento legal, já que empresas ligadas à Eletrobrás não poderiam ter participação majoritária em sociedades que tivessem concessão ou autorização de geração de energia.
Com isso, os 50,1% da Oliver e de outras empresas foram vendidas para a Companhia Serra da Carioca II por R$ 7 milhões. No entanto, em fevereiro de 2008, Cunha conseguiu, através de uma medida provisória, retirar o impedimento da Lei, permitindo, meses depois, que Furnas adquirisse o lote de ações pelo valor de R$ 80 milhões.
Segundo Delcidio, Cunha era ligado a sócios da Carioca II e está ligado aos esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a construção da Hidrelétrica Serra do Facão, assim como teria ligação direta com ex-funcionários de Furnas. Segundo a polícia, todos se beneficiaram por meio da prática de atos de corrupção, além de desviarem e lavarem capitais.
Últimas Notícias
Brasil / Mundo
Cacique Raoni, de 94 anos, recebe cuidados paliativos em Mato Grosso
Polícia
Nunca pensei que ia perder meu filho assim, lamenta mãe após criança de 2 anos morrer atropelada em Maceió
Educação / Cultura
Cortejo do Bulba leva Ccultura às ruas da Ilha do Ferro e abre jornada do Primavera Cultural por Alagoas
Saúde
“Celulite de TPM”: por que os furinhos podem parecer mais evidentes antes da menstruação?
Brasil / Mundo
Coveiro reclama após limpeza de cemitério retirar cruzes de covas
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Ministro dos Transportes vistoria obras do VLT em Arapiraca
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Julgamento de escultor, em Arapiraca
TV JÁ É
Prefeitura entrega óculos em Arapiraca
TV JÁ É

