Empresário Lírio Parisotto é condenado por agredir Luiza Brunet
O empresário Lírio Parisotto foi condenado por ter agredido a modelo Luiza Brunet em maio do ano passado. De acordo com a sentença, proferida nesta segunda-feira pela juíza Elaine Cristina Monteiro Cavalcanti, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), Parisotto deverá cumprir um ano de serviço comunitário e ficará sob vigilância da Justiça por dois anos. As informações são da coluna Rada On-Line, da revista Veja. A reportagem tentou entrou em contato com o TJSP, que, por meio da assessoria, disse que o caso corre em segredo de Justiça, por isso a juíza não condederia entrevista.
No Instagram, a modelo comemorou a decisão. "Difícil dizer o que sinto. Mas é um dia que me deixa realizada, com o coração pacificado e uma sensação de ter ido no caminho certo. Não foi fácil me expor e conviver com as marcas dessa violência. Mas há algo maior. Este dia dia não é só meu - que atravessei esse doloroso caminho pessoal até aqui e precisei romper tantos medos. É um momento muito maior pelo que significa para tantas mulheres na mesma condição. Não existe aqui a Luiza. Existem mulheres. Existe a minha imensa felicidade pelo funcionamento da justiça. Dessa incrível Lei Maria da Penha. Não se calem mulheres. Vamos mudar essa situação. Não acaba aqui. Vocês me inspiraram sempre com seu apoio e sua força. E o que tenho a dizer se resume a uma palavra: gratidão", publicou a atriz e modelo.
A agressão aconteceu em 21 de maio de 2016, no apartamento de Parisotto, em Nova York. Antes, eles jantavam em um restaurante com amigos. Ao ser perguntado se o casal iria a uma exposição de fotos, o empresário se exaltou. Disse que não iria, porque da última vez ele foi confundido com o ex-marido de Luiza, Armando. Daí por diante, ele teria se descontrolado.
Depois, eles foram até o apartamento, onde ela se sentou em uma poltrona. Parisotto já estava de roupão e, segundo Luiza, partiu para cima dela, ofendendo-a verbalmente. Depois, deu um soco em seu olho, seguido de chutes. Luiza diz que ele a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas da atriz. Ela só conseguiu se desvencilhar depois que ameaçou gritar pelo concierge. Então, trancou-se no quarto e só saiu de lá no dia seguinte, após ter certeza de que ele não estava no apartamento, e voltou ao Brasil.
Em 1º de julho, a modelo representou uma queixa no Ministério Público de São Paulo, com um laudo de corpo de delito do IML feito por ela. A denúncia foi aceita 25 dias depois. O empresário nega as acusações e chegou a dizer em sua conta no Instagram que ele é que teria sido vítima de agressões da atriz. No relato, ele diz que levou 10 pontos após briga em um barco. Conforme a Veja, a defesa de Parisotto deve recorrer da decisão proferida nesta segunda pelo TJSP.
No Instagram, a modelo comemorou a decisão. "Difícil dizer o que sinto. Mas é um dia que me deixa realizada, com o coração pacificado e uma sensação de ter ido no caminho certo. Não foi fácil me expor e conviver com as marcas dessa violência. Mas há algo maior. Este dia dia não é só meu - que atravessei esse doloroso caminho pessoal até aqui e precisei romper tantos medos. É um momento muito maior pelo que significa para tantas mulheres na mesma condição. Não existe aqui a Luiza. Existem mulheres. Existe a minha imensa felicidade pelo funcionamento da justiça. Dessa incrível Lei Maria da Penha. Não se calem mulheres. Vamos mudar essa situação. Não acaba aqui. Vocês me inspiraram sempre com seu apoio e sua força. E o que tenho a dizer se resume a uma palavra: gratidão", publicou a atriz e modelo.
A agressão aconteceu em 21 de maio de 2016, no apartamento de Parisotto, em Nova York. Antes, eles jantavam em um restaurante com amigos. Ao ser perguntado se o casal iria a uma exposição de fotos, o empresário se exaltou. Disse que não iria, porque da última vez ele foi confundido com o ex-marido de Luiza, Armando. Daí por diante, ele teria se descontrolado.
Depois, eles foram até o apartamento, onde ela se sentou em uma poltrona. Parisotto já estava de roupão e, segundo Luiza, partiu para cima dela, ofendendo-a verbalmente. Depois, deu um soco em seu olho, seguido de chutes. Luiza diz que ele a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas da atriz. Ela só conseguiu se desvencilhar depois que ameaçou gritar pelo concierge. Então, trancou-se no quarto e só saiu de lá no dia seguinte, após ter certeza de que ele não estava no apartamento, e voltou ao Brasil.
Em 1º de julho, a modelo representou uma queixa no Ministério Público de São Paulo, com um laudo de corpo de delito do IML feito por ela. A denúncia foi aceita 25 dias depois. O empresário nega as acusações e chegou a dizer em sua conta no Instagram que ele é que teria sido vítima de agressões da atriz. No relato, ele diz que levou 10 pontos após briga em um barco. Conforme a Veja, a defesa de Parisotto deve recorrer da decisão proferida nesta segunda pelo TJSP.
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