Procon-AL inicia fiscalização para recolher molho de tomate com pelos de roedores
O Procon/AL deu início nesta sexta-feira (2) a uma fiscalização em supermercados com intuito de recolher unidades do lote L25 20:54 M3-1 do molho de tomate da marca Heinz Brasil S.A, que, segundo Ministério da Justiça e Segurança Pública, contém fragmentos de pelos de roedores acima do limite tolerado pela legislação.
De acordo com o órgão de defesa do consumidor de Alagoas, os fiscais passarão os próximos dias fazendo a verificação nas prateleiras dos supermercados e mercados para conferir tais produtos.
"Se for o caso, os produtos colocados em questão serão recolhidos por nós também. Como se trata de alimento, o risco à saúde do consumidor é uma realidade e, por isso, devemos agir rapidamente", explicou o assessor jurídico do Procon/AL, Cesar Caldas.
O lote do molho foi fabricado em janeiro deste ano e abrange vinte e dois mil produtos distribuídos em território nacional. Apesar de a empresa ser a responsável por retirar os produtos de circulação, o Procon de Alagoas julga essencial verificar se o recolhimento está sendo devidamente cumprido.
"Recebemos um ofício informando que o fornecedor não seguiu os padrões determinados por lei para as campanhas de recall, então, vamos verificar pessoalmente se há algum produto contaminado à venda nos supermercados. Pedimos também para que os consumidores redobrem a atenção na hora da compra. É importante checar se o produto não pertence ao lote específico", pontua o superintendente do Procon/AL, João Neto.
De acordo com o órgão de defesa do consumidor de Alagoas, os fiscais passarão os próximos dias fazendo a verificação nas prateleiras dos supermercados e mercados para conferir tais produtos.
"Se for o caso, os produtos colocados em questão serão recolhidos por nós também. Como se trata de alimento, o risco à saúde do consumidor é uma realidade e, por isso, devemos agir rapidamente", explicou o assessor jurídico do Procon/AL, Cesar Caldas.
O lote do molho foi fabricado em janeiro deste ano e abrange vinte e dois mil produtos distribuídos em território nacional. Apesar de a empresa ser a responsável por retirar os produtos de circulação, o Procon de Alagoas julga essencial verificar se o recolhimento está sendo devidamente cumprido.
"Recebemos um ofício informando que o fornecedor não seguiu os padrões determinados por lei para as campanhas de recall, então, vamos verificar pessoalmente se há algum produto contaminado à venda nos supermercados. Pedimos também para que os consumidores redobrem a atenção na hora da compra. É importante checar se o produto não pertence ao lote específico", pontua o superintendente do Procon/AL, João Neto.
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