Famílias que perderam casas na chuva em Maceió recebem ajuda para pagar aluguel
famílias que perderam suas casas em deslizamentos de barreira ou inundações provocadas pela chuva na última semana em Maceió agora dependem de ajuda financeira para pagar outro lugar para morar.
Segundo a prefeitura, 1.290 famílias já receberam atendimento no Centro de Atendimento Socioassistencial (Casa) e mais de 800 estão recebendo o auxílio moradia no valor de R$ 250. A informação foi divulgada pela prefeitura nesta sexta-feira (2).
O Estado tem mais de 39 mil pessoas desalojadas ou desabrigadas. 8 mortes já foram registradas e uma pessoa continua desaparecida. 27 municípios decretaram emergência.
Umas das vítimas que buscaram ajuda foi a dona de casa Clemilda Vieira Reis, 38, que teve sua residência destruída após o deslizamento de uma barreira em Bebedouro.
"Tive que sair correndo com meu marido e três filhos para a casa da minha mãe. O pior é que a casa dela fica no mesmo local e está com paredes rachadas. Não tem espaço pra gente ficar porque na casa já moravam três pessoas", contou Clemilda.
Outra moradora de área de risco, Shirley dos Santos, 28, diz que procurou o centro de atendimento porque o imóvel está ameaçado. "Não durmo mais depois que vi uma barreira cair ao lado da minha casa. Não tenho para onde ir, por isso fiquei lá, mas é um sofrimento grande".
Segundo a prefeitura, 1.290 famílias já receberam atendimento no Centro de Atendimento Socioassistencial (Casa) e mais de 800 estão recebendo o auxílio moradia no valor de R$ 250. A informação foi divulgada pela prefeitura nesta sexta-feira (2).
O Estado tem mais de 39 mil pessoas desalojadas ou desabrigadas. 8 mortes já foram registradas e uma pessoa continua desaparecida. 27 municípios decretaram emergência.
Umas das vítimas que buscaram ajuda foi a dona de casa Clemilda Vieira Reis, 38, que teve sua residência destruída após o deslizamento de uma barreira em Bebedouro.
"Tive que sair correndo com meu marido e três filhos para a casa da minha mãe. O pior é que a casa dela fica no mesmo local e está com paredes rachadas. Não tem espaço pra gente ficar porque na casa já moravam três pessoas", contou Clemilda.
Outra moradora de área de risco, Shirley dos Santos, 28, diz que procurou o centro de atendimento porque o imóvel está ameaçado. "Não durmo mais depois que vi uma barreira cair ao lado da minha casa. Não tenho para onde ir, por isso fiquei lá, mas é um sofrimento grande".
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