Paciente com suspeita de H1N1 morre no Hospital Geral do Estado
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) investiga a causa da morte de um homem de 45 anos que estava internado no Hospital Geral do Estado (HGE) com suspeita de Influenza H1N1. O paciente, de acordo com o órgão, morreu ontem à tarde, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Amostras de sangue dele foram colhidas e enviadas para análise no Laboratório Fiocruz, no Rio de Janeiro. Até abril, Alagoas registrou 37 casos suspeitos dessa gripe grave, e nove já foram descartados.
Por meio de nota, a assessoria de comunicação da Sesau informou que o paciente E.C.S. estava internado no HGE desde o dia 17 de maio e foi acompanhado por uma equipe especializada no tratamento intensivo. Conforme o quadro, ele apresentava sintomas parecidos com a infecção pela Influenza. Testes foram feitos para detecção do vírus sazonal com resultado negativo. Mesmo assim, seguindo parâmetros nacionais de saúde, o material foi encaminhado para comprovação na unidade de referência do País.
O hospital garante que, apesar do descarte inicial para diagnóstico da doença, o paciente permaneceu recebendo os cuidados necessários pelos especialistas. Para ajudar no tratamento, o medicamento Tamiflu foi administrado, de acordo com previsão no protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde. O remédio é o indicado para doentes com suspeita de terem contraído o vírus da Influenza e evita a disseminação do vírus para outras pessoas.
O HGE informou que o paciente tinha um quadro grave no geral quando foi internado e ainda apresentava outras comorbidades, como diabetes e hipertensão, além de ser renal crônico. E a gerência da unidade destaca que o “hospital é uma unidade hospitalar de porta aberta e presta assistência de saúde a qualquer cidadão, através do Sistema Único de Saúde (SUS), sem que haja distinção de cor, raça, credo ou enfermidade”.
Por meio de nota, a assessoria de comunicação da Sesau informou que o paciente E.C.S. estava internado no HGE desde o dia 17 de maio e foi acompanhado por uma equipe especializada no tratamento intensivo. Conforme o quadro, ele apresentava sintomas parecidos com a infecção pela Influenza. Testes foram feitos para detecção do vírus sazonal com resultado negativo. Mesmo assim, seguindo parâmetros nacionais de saúde, o material foi encaminhado para comprovação na unidade de referência do País.
O hospital garante que, apesar do descarte inicial para diagnóstico da doença, o paciente permaneceu recebendo os cuidados necessários pelos especialistas. Para ajudar no tratamento, o medicamento Tamiflu foi administrado, de acordo com previsão no protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde. O remédio é o indicado para doentes com suspeita de terem contraído o vírus da Influenza e evita a disseminação do vírus para outras pessoas.
O HGE informou que o paciente tinha um quadro grave no geral quando foi internado e ainda apresentava outras comorbidades, como diabetes e hipertensão, além de ser renal crônico. E a gerência da unidade destaca que o “hospital é uma unidade hospitalar de porta aberta e presta assistência de saúde a qualquer cidadão, através do Sistema Único de Saúde (SUS), sem que haja distinção de cor, raça, credo ou enfermidade”.
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