Paralisação de agentes penitenciários suspende visitas a presos, em AL
Uma paralisação dos agentes penitenciários de Alagoas provocou a suspensão das visitas de familiares de presos no sistema prisional do estado, neste sábado (20).
De acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindapen), a paralisação de serviços é um protesto para cobrar do governo federal que, na Reforma da Previdência, que espera aprovação no Congresso, os agentes tenham benefícios iguais aos dos militares, como a inclusão na aposentadoria especial.
Muita gente que acordou cedo para visitar parente preso, encontrou os portões fechados. Eles cobraram explicações dos agentes, mas não conseguiram entrar no sistema prisional.
"Ontem, falaram que ia ter visita normalmente, porque a greve era só dos agentes. Quando chegou hoje, falaram que não ia mais ter visitas", questionou a dona de casa Mônica Andrea.
Diversas mulheres e crianças se concentraram na frente do complexo de presídios. Uma delas era Lizian Moraes, que veio de Sergipe para tentar visitar o marido, transferido para Alagoas há quatro meses.
Ela conta que desde a transferência não tem contato com o marido. "O diretor me deu certeza que eu vinha para a visita familiar, mas aqui ainda não o vi".
Um dos agentes foi até o portão do complexo e conversou com os familiares, que acabaram indo embora depois de horas de tentativa.
O presidente do Sindapen disse que as visitas serão retomadas no domingo (21).
De acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindapen), a paralisação de serviços é um protesto para cobrar do governo federal que, na Reforma da Previdência, que espera aprovação no Congresso, os agentes tenham benefícios iguais aos dos militares, como a inclusão na aposentadoria especial.
Muita gente que acordou cedo para visitar parente preso, encontrou os portões fechados. Eles cobraram explicações dos agentes, mas não conseguiram entrar no sistema prisional.
"Ontem, falaram que ia ter visita normalmente, porque a greve era só dos agentes. Quando chegou hoje, falaram que não ia mais ter visitas", questionou a dona de casa Mônica Andrea.
Diversas mulheres e crianças se concentraram na frente do complexo de presídios. Uma delas era Lizian Moraes, que veio de Sergipe para tentar visitar o marido, transferido para Alagoas há quatro meses.
Ela conta que desde a transferência não tem contato com o marido. "O diretor me deu certeza que eu vinha para a visita familiar, mas aqui ainda não o vi".
Um dos agentes foi até o portão do complexo e conversou com os familiares, que acabaram indo embora depois de horas de tentativa.
O presidente do Sindapen disse que as visitas serão retomadas no domingo (21).
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