Passeata em Maceió cobra renúncia do presidente Michel Temer
Manifestantes saíram em passeata pelas ruas do centro de Maceió nesta quinta-feira (18) para cobrar a renúncia de Michel Temer (PMDB) à presidência da República. O ato acontece um dia após denúncias de que ele teria dado aval para comprar o silêncio do deputado federal cassado Eduardo Cunha, que está preso.
A manifestação começou pouco depois de 17h e terminou por volta das 18h. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) disse que mil pessoas participaram. A Polícia Militar não acompanhou o ato.
"O Temer está se comportando igual a uma criança mimada, que não sabe a hora de sair. Não dá para ficar assistindo a isso nas praças, nas paróquias e hoje foi gritante. Quem mais vai sofrer são os pobres. É fantástico os jovens estarem aqui hoje porque traz uma nova esperança para aqueles desacreditados na política, pela graça de Deus", disse o pastor Wellington, da Igreja Batista do Pinheiro.
"Mais uma vez a classe trabalhadora vem às ruas. Não permitiremos a retirada dos direitos do trabalhador. Depois que do que aconteceu ontem, temos motivo suficiente para estarmos aqui hoje. Jamais vamos baixar a cabeça, principalmente no nosso país que a gente ama muito", disse a presidente a CUT, Rilda Alves.
A concentração aconteceu na Praça Deodoro, no Centro. Os manifestantes se revezavam ao microfone, com apoio de um carro de som, para discursar contra o presidente e contra as reformas da Previdência e Trabalhista.
A escolha do local, segundo os manifestante, se deu por levar o nome do primeiro presidente do Brasil, o alagoano Marechal Deodoro da Fonseca, e também por ser localizada em frente ao Tribunal de Justiça de Alagoas.
A respeito do pronunciamento de Temer nesta tarde, para informar que não renunciaria ao cargo de presidente da República, a presidente da CUT disse que esse era um motivo ainda maior para protestar.
"O Temer falou se fazendo de vítima, de coitadinho, o que ele não tem nada. Ele não renunciou, mas estamos aqui pedindo para que ele saia", disse Rilda.
A manifestação começou pouco depois de 17h e terminou por volta das 18h. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) disse que mil pessoas participaram. A Polícia Militar não acompanhou o ato.
"O Temer está se comportando igual a uma criança mimada, que não sabe a hora de sair. Não dá para ficar assistindo a isso nas praças, nas paróquias e hoje foi gritante. Quem mais vai sofrer são os pobres. É fantástico os jovens estarem aqui hoje porque traz uma nova esperança para aqueles desacreditados na política, pela graça de Deus", disse o pastor Wellington, da Igreja Batista do Pinheiro.
"Mais uma vez a classe trabalhadora vem às ruas. Não permitiremos a retirada dos direitos do trabalhador. Depois que do que aconteceu ontem, temos motivo suficiente para estarmos aqui hoje. Jamais vamos baixar a cabeça, principalmente no nosso país que a gente ama muito", disse a presidente a CUT, Rilda Alves.
A concentração aconteceu na Praça Deodoro, no Centro. Os manifestantes se revezavam ao microfone, com apoio de um carro de som, para discursar contra o presidente e contra as reformas da Previdência e Trabalhista.
A escolha do local, segundo os manifestante, se deu por levar o nome do primeiro presidente do Brasil, o alagoano Marechal Deodoro da Fonseca, e também por ser localizada em frente ao Tribunal de Justiça de Alagoas.
A respeito do pronunciamento de Temer nesta tarde, para informar que não renunciaria ao cargo de presidente da República, a presidente da CUT disse que esse era um motivo ainda maior para protestar.
"O Temer falou se fazendo de vítima, de coitadinho, o que ele não tem nada. Ele não renunciou, mas estamos aqui pedindo para que ele saia", disse Rilda.
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