FPI do São Francisco fiscaliza comercialização de agrotóxicos e medicamentos veterinários
A comercialização de agrotóxicos e medicamentos veterinários é o principal alvo da Equipe 5 (Produtos Perigosos) da 7a etapa da Fiscalização Preventiva Integrada do Rio São Francisco (FPI do São Francisco). Nesta segunda-feira (15), cinco estabelecimentos foram fiscalizados entre Arapiraca e Craíbas. Desses, dois foram autuados por não possuírem licença ambiental.
"A grande preocupação da FPI é com o aumento do número de casos de pessoas com câncer nas regiões do Agreste e do Sertão de Alagoas, causado pela exposição inadequada a esses produtos", explicou a coordenação do grupo.
"É possível que essa contaminação aconteça pela falta do uso de EPIs [equipamentos de proteção individual] e também pela ausência de orientação adequada de um profissional habilitado", continuou.
A coordenação também esclareceu que para funcionar, o estabelecimento que pretende comercializar esse tipo de produto precisa, inicialmente, de uma licença ambiental para, em seguida, registrar-se na Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), além de contar com um responsável técnico para orientar sobre a forma segura de utilizar os produtos.
"Para comprar esse tipo de produto, é preciso possuir um receituário. Outro grande problema é a venda fracionada. É extremamente perigoso manejar agrotóxicos sem o uso de EPIs. E com relação às embalagens, elas são completamente contaminadas pelo veneno e os fabricantes e comerciantes são os responsáveis pelo seu recolhimento e descarte adequado. O comprador deve lavar as embalagens e devolver no local de compra ou lugar indicado na nota fiscal", explicou o coordenador.
No início da manhã desta terça-feira (16), a Equipe 5 retomou o trabalho de fiscalização e visita outros estabelecimentos da região.
"A grande preocupação da FPI é com o aumento do número de casos de pessoas com câncer nas regiões do Agreste e do Sertão de Alagoas, causado pela exposição inadequada a esses produtos", explicou a coordenação do grupo.
"É possível que essa contaminação aconteça pela falta do uso de EPIs [equipamentos de proteção individual] e também pela ausência de orientação adequada de um profissional habilitado", continuou.
A coordenação também esclareceu que para funcionar, o estabelecimento que pretende comercializar esse tipo de produto precisa, inicialmente, de uma licença ambiental para, em seguida, registrar-se na Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), além de contar com um responsável técnico para orientar sobre a forma segura de utilizar os produtos.
"Para comprar esse tipo de produto, é preciso possuir um receituário. Outro grande problema é a venda fracionada. É extremamente perigoso manejar agrotóxicos sem o uso de EPIs. E com relação às embalagens, elas são completamente contaminadas pelo veneno e os fabricantes e comerciantes são os responsáveis pelo seu recolhimento e descarte adequado. O comprador deve lavar as embalagens e devolver no local de compra ou lugar indicado na nota fiscal", explicou o coordenador.
No início da manhã desta terça-feira (16), a Equipe 5 retomou o trabalho de fiscalização e visita outros estabelecimentos da região.
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