Casal de mulheres celebra Dia das Mães com filha de 8 anos
O segundo domingo de maio é um dia especial para muitas famílias, tradicionais ou não. Neste dia 14, Rebecca Lyra, 27, comemora o Dia das Mães ao lado da filha, de 8 anos, e da companheira, Bárbara Amaral, 32, a quem a criança considera uma segunda mãe: "Não mudaria nada na minha família".
A relação com Bárbara começou há quatro anos. Naquela época, Rebecca já tinha Sofia, filha do primeiro casamento. Hoje, a criança mora com o pai e a mulher dele, mas a guarda dela é compartilhada entre os dois.
“Ela [Sofia] sabe da nossa relação e leva tudo muito numa boa. Cresceu sabendo, então não tem problema nenhum com isso. Ela até gosta de ter três mães", disse Rebecca.
“Sofia é uma criança muito tranquila com tudo. Ela nos aceita muito bem”, complementa Bárbara.
Tanto Rebecca quanto Bárbara trabalham para uma rede de lojas de óculos. Como viajam muito, tentam arrumar o máximo de tempo livre para ficar com a Sofia.
Nos momentos em que estão com a filha, elas preferem fazer atividades simples, mas que enriqueçam a relação das três. Para Rebecca, um simples passeio na orla já conta como um dia de muita felicidade.
“Gostamos de ir ao cinema, de levar nosso cachorro Draco a praia, e também para a Rua Fechada. Eu amo a forma como vivemos, amo a relação da Sofia com a Bárbara. Amo os momentos que estamos juntas”, diz Rebecca.
Uma relação familiar tranquila, para compensar os maus momentos que já passaram na rua. Rebecca lembra que já houve vezes em que elas foram almoçar em restaurantes e, por preconceito, não foram atendidas. Em outras vezes, eram atendidas de má vontade por parte dos funcionários.
“Algumas pessoas estranham, ficam olhando disfarçadamente. Na verdade, a gente releva. Faz de conta que nada aconteceu, vai embora e nunca mais volta. Não adianta a gente se estressar com isso. Infelizmente, a gente vive em uma sociedade extremamente preconceituosa, onde a minoria tem que se adequar ao meio”, lembra Rebecca.
Para elas, o preconceito aparece geralmente de forma velada, nos olhares tortos ou atitudes como a do restaurante que não as atendeu. Apesar dos momentos tristes, elas dizem ter muito o que comemorar no Dia das Mães.
“Ser mãe é ter a oportunidade de ter um sentimento único e inexplicável. É descobrir riqueza nas coisas mais simples, como em um pedacinho de papel com 'eu te amo' em letras tortas. É saber que sua vida tem uma razão maior e um alguém para amar incondicionalmente até o último dia”, dizem as mães.
A relação com Bárbara começou há quatro anos. Naquela época, Rebecca já tinha Sofia, filha do primeiro casamento. Hoje, a criança mora com o pai e a mulher dele, mas a guarda dela é compartilhada entre os dois.
“Ela [Sofia] sabe da nossa relação e leva tudo muito numa boa. Cresceu sabendo, então não tem problema nenhum com isso. Ela até gosta de ter três mães", disse Rebecca.
“Sofia é uma criança muito tranquila com tudo. Ela nos aceita muito bem”, complementa Bárbara.
Tanto Rebecca quanto Bárbara trabalham para uma rede de lojas de óculos. Como viajam muito, tentam arrumar o máximo de tempo livre para ficar com a Sofia.
Nos momentos em que estão com a filha, elas preferem fazer atividades simples, mas que enriqueçam a relação das três. Para Rebecca, um simples passeio na orla já conta como um dia de muita felicidade.
“Gostamos de ir ao cinema, de levar nosso cachorro Draco a praia, e também para a Rua Fechada. Eu amo a forma como vivemos, amo a relação da Sofia com a Bárbara. Amo os momentos que estamos juntas”, diz Rebecca.
Uma relação familiar tranquila, para compensar os maus momentos que já passaram na rua. Rebecca lembra que já houve vezes em que elas foram almoçar em restaurantes e, por preconceito, não foram atendidas. Em outras vezes, eram atendidas de má vontade por parte dos funcionários.
“Algumas pessoas estranham, ficam olhando disfarçadamente. Na verdade, a gente releva. Faz de conta que nada aconteceu, vai embora e nunca mais volta. Não adianta a gente se estressar com isso. Infelizmente, a gente vive em uma sociedade extremamente preconceituosa, onde a minoria tem que se adequar ao meio”, lembra Rebecca.
Para elas, o preconceito aparece geralmente de forma velada, nos olhares tortos ou atitudes como a do restaurante que não as atendeu. Apesar dos momentos tristes, elas dizem ter muito o que comemorar no Dia das Mães.
“Ser mãe é ter a oportunidade de ter um sentimento único e inexplicável. É descobrir riqueza nas coisas mais simples, como em um pedacinho de papel com 'eu te amo' em letras tortas. É saber que sua vida tem uma razão maior e um alguém para amar incondicionalmente até o último dia”, dizem as mães.
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Rebecca (à esq) e Bárbara celebram aniversário de Sofia com o tema Harry Potter (Foto: Rebecca Lyra/Arquivo Pessoal)
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