Celso Luiz ofereceu dinheiro ao vice para manter desvios milionários, diz PF
As investigações da Operação Deusa da Espada apontam que o ex-prefeito Celso Luiz (PMDB), quando foi afastado do cargo, ofereceu dinheiro ao sucessor, o vice Genaldo Soares Vieira (PT do B), para dar continuidade a um esquema criminoso de desvios milionários da prefeitura de Canapi, município do Sertão de Alagoas.
Os policiais federais prenderam nesta sexta-feira (12) Celso Luiz e mais dois ex-secretários, Jorge Valença e Carlos Alberto, por participação no equema. A Justiça Federal também expediu mandado de prisão preventiva contra Genaldo Soares, mas ele não foi encontrado e é considerado foragido.
De acordo com as investigações, o grupo criminoso desviou cerca de R$ 17 milhões do antigo FUNDEF (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério) e de outros programas do governo federal repassados para a Educação de Canapi entre 2015 e 2016.
"Entre 26 e 30 de dezembro, o prefeito, que era o vice, autorizou gastos de aproximadamente R$ 5,1 milhões, sem licitação, alegando estado de calamidade pública. R$ 200 mil foram depositados na conta do antigo prefeito, o Celso Luís, a título de salários atrasados", informou o superintendente da PF em Alagoas, delegado Bernardo Gonçalves.
Ainda de acordo com o delegado, o então prefeito em exercício também usou dinheiro público desviado para pagar eventos municipais.
"Também é bom frisar que, a despeito do estado de calamidade, mais de R$ 200 mil foram utilizados para pagar uma empresa para contratar bandas de forró para as festas de fim de ano. Esse prefeito provavelmente foi cooptado pela organização criminosa. Isso foi na época da iminência da transmissão do mandato", disse o superintendente.
Em julho de 2016, a PF deflagrou a primeira fase da operação, denominada Triângulo das Bermudas. Segundo a PF, os crimes constatados na primeira fase da operação serviram como base para as investigações que resultaram na operação desta sexta.
Os policiais federais prenderam nesta sexta-feira (12) Celso Luiz e mais dois ex-secretários, Jorge Valença e Carlos Alberto, por participação no equema. A Justiça Federal também expediu mandado de prisão preventiva contra Genaldo Soares, mas ele não foi encontrado e é considerado foragido.
De acordo com as investigações, o grupo criminoso desviou cerca de R$ 17 milhões do antigo FUNDEF (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério) e de outros programas do governo federal repassados para a Educação de Canapi entre 2015 e 2016.
"Entre 26 e 30 de dezembro, o prefeito, que era o vice, autorizou gastos de aproximadamente R$ 5,1 milhões, sem licitação, alegando estado de calamidade pública. R$ 200 mil foram depositados na conta do antigo prefeito, o Celso Luís, a título de salários atrasados", informou o superintendente da PF em Alagoas, delegado Bernardo Gonçalves.
Ainda de acordo com o delegado, o então prefeito em exercício também usou dinheiro público desviado para pagar eventos municipais.
"Também é bom frisar que, a despeito do estado de calamidade, mais de R$ 200 mil foram utilizados para pagar uma empresa para contratar bandas de forró para as festas de fim de ano. Esse prefeito provavelmente foi cooptado pela organização criminosa. Isso foi na época da iminência da transmissão do mandato", disse o superintendente.
Em julho de 2016, a PF deflagrou a primeira fase da operação, denominada Triângulo das Bermudas. Segundo a PF, os crimes constatados na primeira fase da operação serviram como base para as investigações que resultaram na operação desta sexta.
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