Ângela Garrote vai a júri na próxima terça, suspeita de homicídio
A 9ª Vara Criminal de Maceió leva a julgamento, no próximo dia 16, às 8h, a ex-prefeita de Estrela de Alagoas, Ângela Garrote, acusada de mandar matar José Roberto Rezende Duarte, em março de 1999. O júri será realizado no Fórum da Capital, no Barro Duro.
O crime ocorreu no povoado Canafístula, zona rural de Palmeira dos Índios. De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP/AL), a vítima foi assassinada a tiros por três homens que se passavam por policiais.
O homicídio teria sido encomendado por Ângela Garrote, na época primeira-dama de Estrela de Alagoas. Ainda segundo o MP/AL, o assassinato ocorreu porque José Roberto Duarte teria denunciado, junto aos meios de comunicação, supostas irregularidades de Ângela Garrote e do marido dela à frente da Prefeitura.
A defesa da ré alega que ela não teve envolvimento com o crime. Ângela Garrote foi pronunciada em maio de 2013 e será julgada por homicídio duplamente qualificado (mediante paga ou promessa de recompensa e à traição, por emboscada ou mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima).
O julgamento estava marcado para ocorrer em 2015, na cidade de Palmeira dos Índios, mas levando em conta a repercussão do caso e a influência da família da ré na cidade, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça decidiu adiar o julgamento transferir o júri para a Capital.
A sessão da próxima terça será conduzida pelo juiz John Silas da Silva, substituto da 9ª Vara Criminal.
O crime ocorreu no povoado Canafístula, zona rural de Palmeira dos Índios. De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP/AL), a vítima foi assassinada a tiros por três homens que se passavam por policiais.
O homicídio teria sido encomendado por Ângela Garrote, na época primeira-dama de Estrela de Alagoas. Ainda segundo o MP/AL, o assassinato ocorreu porque José Roberto Duarte teria denunciado, junto aos meios de comunicação, supostas irregularidades de Ângela Garrote e do marido dela à frente da Prefeitura.
A defesa da ré alega que ela não teve envolvimento com o crime. Ângela Garrote foi pronunciada em maio de 2013 e será julgada por homicídio duplamente qualificado (mediante paga ou promessa de recompensa e à traição, por emboscada ou mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima).
O julgamento estava marcado para ocorrer em 2015, na cidade de Palmeira dos Índios, mas levando em conta a repercussão do caso e a influência da família da ré na cidade, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça decidiu adiar o julgamento transferir o júri para a Capital.
A sessão da próxima terça será conduzida pelo juiz John Silas da Silva, substituto da 9ª Vara Criminal.
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