1,7 tonelada de queijo clandestino é apreendida durante fiscalização em Maceió
Coordenada pelo Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio do Núcleo de Defesa do Consumidor, e pela Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (ADEAL), uma força-tarefa envolvendo vários órgãos de fiscalização sanitária efetuou, nesta quinta-feira (11), a apreensão de 1,7 toneladas de queijo em situação irregular. Os flagrantes foram realizados nos mercados públicos dos bairros da Levada e Jacintinho. O objetivo era flagrar a venda de queijos e outros derivados do leite fabricados clandestinamente ou sem consonância com a legislação.
Durante a operação, foi apreendida 1,7 tonelada de queijo dos tipos coalho, mussarela e manteiga. Nenhum dos produtos apresentava o Selo de Inspeção Federal (SIF) ou o Selo de Inspeção Estadual (SIE), que caracterizam o registro de seus fabricantes, respectivamente, nos órgãos sanitários federais e estaduais.
Além disso, foi encontrada uma grande quantidade de queijo que apresentava selos falsificados em suas embalagens. Tais identificações oficiais são a garantia para o consumidor de que o processo de produção dos alimentos foi inspecionado, respeitando-se todas as exigências da legislação sanitária.
"O objetivo da força-tarefa é tirar de circulação produtos que possam afetar a saúde do consumidor. Não podemos admitir que alimentos fabricados totalmente fora das normas estabelecidas em lei sejam vendidos impunemente. Já temos ações fiscalizadoras nestas fábricas clandestinas. Agora, fiscalizaremos o comerciante de varejo. Eles precisam comprar de fabricantes que estejam legalizados e parar de alimentar esta cadeia de venda clandestina de alimentos", afirmou a procuradora de Justiça e integrante do Núcleo de Defesa do Consumidor do MPE/AL, Denise Guimarães.
A procuradora de Justiça fez, ainda, um alerta para o consumidor. "Quando as pessoas forem adquirir alimentos, elas precisam observar se os mesmos possuem os selos que garantem a fiscalização dos órgãos responsáveis e atentar para a data de validade, observando embalagem dos produtos. São pequenos cuidados que se tornam importantes e fazem toda a diferença", frisou.
Os comerciantes flagrados vendendo queijo clandestino foram autuados e receberam uma multa, cujo valor está ligado à quantidade de produto apreendido. Eles terão 30 dias para apresentar suas defesas junto aos órgãos fiscalizadores.
Os produtos aprendidos na operação que contou com o apoio de técnicos da Vigilância Sanitária municipal e do Procon/AL, além de homens da Polícia Militar, foram descartados no aterro sanitário de Maceió.
Durante a operação, foi apreendida 1,7 tonelada de queijo dos tipos coalho, mussarela e manteiga. Nenhum dos produtos apresentava o Selo de Inspeção Federal (SIF) ou o Selo de Inspeção Estadual (SIE), que caracterizam o registro de seus fabricantes, respectivamente, nos órgãos sanitários federais e estaduais.
Além disso, foi encontrada uma grande quantidade de queijo que apresentava selos falsificados em suas embalagens. Tais identificações oficiais são a garantia para o consumidor de que o processo de produção dos alimentos foi inspecionado, respeitando-se todas as exigências da legislação sanitária.
"O objetivo da força-tarefa é tirar de circulação produtos que possam afetar a saúde do consumidor. Não podemos admitir que alimentos fabricados totalmente fora das normas estabelecidas em lei sejam vendidos impunemente. Já temos ações fiscalizadoras nestas fábricas clandestinas. Agora, fiscalizaremos o comerciante de varejo. Eles precisam comprar de fabricantes que estejam legalizados e parar de alimentar esta cadeia de venda clandestina de alimentos", afirmou a procuradora de Justiça e integrante do Núcleo de Defesa do Consumidor do MPE/AL, Denise Guimarães.
A procuradora de Justiça fez, ainda, um alerta para o consumidor. "Quando as pessoas forem adquirir alimentos, elas precisam observar se os mesmos possuem os selos que garantem a fiscalização dos órgãos responsáveis e atentar para a data de validade, observando embalagem dos produtos. São pequenos cuidados que se tornam importantes e fazem toda a diferença", frisou.
Os comerciantes flagrados vendendo queijo clandestino foram autuados e receberam uma multa, cujo valor está ligado à quantidade de produto apreendido. Eles terão 30 dias para apresentar suas defesas junto aos órgãos fiscalizadores.
Os produtos aprendidos na operação que contou com o apoio de técnicos da Vigilância Sanitária municipal e do Procon/AL, além de homens da Polícia Militar, foram descartados no aterro sanitário de Maceió.
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