Pronatec em Alagoas formará primeira turma com mulheres trans no Brasil
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) em Alagoas formará, no final do mês de maio, a primeira turma do Brasil composta exclusivamente por mulheres transexuais, travestis e lésbicas. As estudantes são do curso de Pinturas de Obras Prediais, e conseguiram a oportunidade após uma parceria entre o programa Mulheres Mil IFAL e a ONG Pró-Vida, que acolhe o público LGBT.
O curso tem carga horária de 200 horas e as aulas acontecem três vezes por semana, no período da tarde, no Campus Benedito Bentes do IFAL. As 30 alunas têm direito a ajuda de custo para transporte por cada dia frequentado.
Em Alagoas não há outra turma de formação profissional que seja destinada apenas a esse público.
Uma das alunas do curso, Fabíola Silva, disse que espera que as empresas forneçam condições de trabalho para estas mulheres que estão se formando, apesar de ainda haver muito machismo e preconceito em Alagoas.
“Nosso objetivo é também tirar esse público das ruas e dar garantias para que o estereótipo de 'profissionais do sexo' seja aos poucos esquecido pela sociedade”, afirmou Fabíola, que também é coordenadora-geral da Ong Pró-Vida.
Fabíola é cabeleireira profissional e até então carrega no currículo escolar apenas o ensino médio incompleto. Segundo ela, isso se deve justamente ao desprezo e exclusão social das pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), que desde cedo não abrem mão de suas condições de gênero.
O curso tem carga horária de 200 horas e as aulas acontecem três vezes por semana, no período da tarde, no Campus Benedito Bentes do IFAL. As 30 alunas têm direito a ajuda de custo para transporte por cada dia frequentado.
Em Alagoas não há outra turma de formação profissional que seja destinada apenas a esse público.
Uma das alunas do curso, Fabíola Silva, disse que espera que as empresas forneçam condições de trabalho para estas mulheres que estão se formando, apesar de ainda haver muito machismo e preconceito em Alagoas.
“Nosso objetivo é também tirar esse público das ruas e dar garantias para que o estereótipo de 'profissionais do sexo' seja aos poucos esquecido pela sociedade”, afirmou Fabíola, que também é coordenadora-geral da Ong Pró-Vida.
Fabíola é cabeleireira profissional e até então carrega no currículo escolar apenas o ensino médio incompleto. Segundo ela, isso se deve justamente ao desprezo e exclusão social das pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), que desde cedo não abrem mão de suas condições de gênero.

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