Suspeito de matar cunhado em curral de fumo em Craíbas é indiciado
A Polícia Civil de Arapiraca encaminhou à Justiça a conclusão do inquérito sobre a morte de Welington dos Santos Silva, assassinado com seis tiros em um curral de fumo, na Rua da Areia, Sítio Braúnas, zona rural de Craíbas, Alagoas. O crime ocorreu no dia 20 de janeiro deste ano e o principal suspeito é o cunhado da vítima, identificado como Tiago da Silva. A investigação foi comandada pelo delegado regional, Gustavo Xavier.
Tiago da Silva passava as férias na casa da família, quando presenciou uma discussão entre o cunhado, Welington, e a irmã, Ana Paula da Silva. De acordo com a polícia, ficou comprovado que a vítima foi atingida por seis tiros, dos quais quatro foram deflagrados a curta distância, com o cano da arma encostado na cabeça da vítima, o que evidencia que o crime não foi praticado em legítima defesa, como alegaram os familiares.
No trabalho intenso da perícia constam 114 fotografias, que estão arquivadas para posterior consulta pelas autoridades, que mostram que, pelos ferimentos causados no antebraço esquerdo e mão direita, a vítima tentou se defender no início da ação violenta.
Após as constatações técnicas realizadas pelo perito criminal, as testemunhas confirmaram ter mentido durante os primeiros depoimentos prestados, com o intuito de proteger o parente Tiago da Silva e resolveram narrar a verdade. O laudo técnico apontou conformidade com os detalhes apresentados pela mãe da vítima, a senhora Maria Gonzaga da Silva, que confrontou os depoimentos da família da esposa do filho.
Wellington dos Santos Silva, mais conhecido como “Elto”, convivia com Ana Paula da Silva há 12 anos, com quem tinha quatro filhos. Em depoimento, Ana Paula afirmou que seu relacionamento era conturbado, porque o marido era violento e bastante ciumento e que, inclusive a agredia sexualmente. Ela afirmou que na noite do crime, foi dormir com os filhos na casa da mãe para evitar agressões, pois o marido já havia iniciado uma discussão.
Ana Paula disse que o marido era usuário de drogas e que chegou a traficar durante um ano na cidade, mas que nunca havia sido preso. Ela afirmou ainda que ele respondia a apenas um processo por ter queimado intencionalmente o próprio filho.
Em depoimento, a mãe do principal suspeito, Inez da Silva de Lima, afirmou que presenciou o momento em que Wellington estava correndo atrás do filho Tiago, que conseguiu tomar a arma das mãos da vítima e a executou em legítima defesa. Segundo ela, Welington ameaçava toda a família de morte.
O pai de Tiago, o senhor Edmilson Enoque da Silva, afirmou que mentiu em seu primeiro depoimento, com a intenção de defender o filho, tendo combinado os depoimentos com sua esposa, a senhora Inez Silva de Lima, vulgo Rosa, e com sua filha, Ana Paula da Silva.
Tiago da Silva, segundo familiares, reside em Hortolândia, São Paulo, e trabalha com carteira assinada em uma empresa que faz limpeza de fossa. No processo, foi destacado que Tiago se desfez da arma de fogo, logo após cometer o homicídio, dificultando a investigação criminal; e que, até o momento, não atualizou o endereço do Estado de São Paulo, nem compareceu para ser qualificado diretamente e interrogado, esquivando-se de sua responsabilidade. A prisão preventiva do indiciado foi decretada.
Tiago da Silva passava as férias na casa da família, quando presenciou uma discussão entre o cunhado, Welington, e a irmã, Ana Paula da Silva. De acordo com a polícia, ficou comprovado que a vítima foi atingida por seis tiros, dos quais quatro foram deflagrados a curta distância, com o cano da arma encostado na cabeça da vítima, o que evidencia que o crime não foi praticado em legítima defesa, como alegaram os familiares.
No trabalho intenso da perícia constam 114 fotografias, que estão arquivadas para posterior consulta pelas autoridades, que mostram que, pelos ferimentos causados no antebraço esquerdo e mão direita, a vítima tentou se defender no início da ação violenta.
Após as constatações técnicas realizadas pelo perito criminal, as testemunhas confirmaram ter mentido durante os primeiros depoimentos prestados, com o intuito de proteger o parente Tiago da Silva e resolveram narrar a verdade. O laudo técnico apontou conformidade com os detalhes apresentados pela mãe da vítima, a senhora Maria Gonzaga da Silva, que confrontou os depoimentos da família da esposa do filho.
Wellington dos Santos Silva, mais conhecido como “Elto”, convivia com Ana Paula da Silva há 12 anos, com quem tinha quatro filhos. Em depoimento, Ana Paula afirmou que seu relacionamento era conturbado, porque o marido era violento e bastante ciumento e que, inclusive a agredia sexualmente. Ela afirmou que na noite do crime, foi dormir com os filhos na casa da mãe para evitar agressões, pois o marido já havia iniciado uma discussão.
Ana Paula disse que o marido era usuário de drogas e que chegou a traficar durante um ano na cidade, mas que nunca havia sido preso. Ela afirmou ainda que ele respondia a apenas um processo por ter queimado intencionalmente o próprio filho.
Em depoimento, a mãe do principal suspeito, Inez da Silva de Lima, afirmou que presenciou o momento em que Wellington estava correndo atrás do filho Tiago, que conseguiu tomar a arma das mãos da vítima e a executou em legítima defesa. Segundo ela, Welington ameaçava toda a família de morte.
O pai de Tiago, o senhor Edmilson Enoque da Silva, afirmou que mentiu em seu primeiro depoimento, com a intenção de defender o filho, tendo combinado os depoimentos com sua esposa, a senhora Inez Silva de Lima, vulgo Rosa, e com sua filha, Ana Paula da Silva.
Tiago da Silva, segundo familiares, reside em Hortolândia, São Paulo, e trabalha com carteira assinada em uma empresa que faz limpeza de fossa. No processo, foi destacado que Tiago se desfez da arma de fogo, logo após cometer o homicídio, dificultando a investigação criminal; e que, até o momento, não atualizou o endereço do Estado de São Paulo, nem compareceu para ser qualificado diretamente e interrogado, esquivando-se de sua responsabilidade. A prisão preventiva do indiciado foi decretada.
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