Polícia conclui que vereadora usou documento falso para obter registro
O delegado Gustavo Xavier, responsável pela distrito policial da cidade de Craíbas, no Agreste de Alagoas, indiciou a vereadora Sônia do Tatá (PSC) por uso de documento falso para fins eleitorais. Ela teria apresentado à Justiça Eleitoral um histórico falso durante o registro de sua candidatura no pleito municipal. Um suspeito de ter confeccionado o material para a vereadora também foi indiciado.
De acordo com o delegado, o juiz eleitoral da região solicitou à Polícia Civil a abertura de um inquérito policial para investigar a denúncia. Informação repassada ao magistrado apontava que a parlamentar de Craíbas recorreu a "meios ilegais" para ter acesso ao registro de candidatura pela Justiça Eleitoral.
No curso das diligências, diversas pessoas, além da própria vereadora, foram ouvidas. Segundo o delegado, as provas foram suficientes para indiciá-la.
"Depois de ouvir suspeitos e testemunhas, concluímos o inquérito e fizemos a representação pelo indiciamento dela. Em depoimento, a vereadora relatou que conseguiu o histórico com um homem conhecido como João Neto. Ele teria sido o responsável por confeccionar o material. Ele também foi indiciado", explicou o delegado Gustavo Xavier, responsável pela investigação.
Ainda segundo a autoridade policial, a vereadora teria feito a solicitação do histórico escolar por ter concluído somente a quarta série do ensino fundamental. O delegado Gustavo Xavier informou também que investiga a denúncia de outro vereador de Craíbas, que teria feito uso do mesmo artifício para ludibriar a legislação eleitoral.
Se o Ministério Público Eleitoral (MPE) obtiver na Justiça uma condenação em desfavor da vereadora, ela pode perder o mandato e ficar inelegível por até oito anos.
De acordo com o delegado, o juiz eleitoral da região solicitou à Polícia Civil a abertura de um inquérito policial para investigar a denúncia. Informação repassada ao magistrado apontava que a parlamentar de Craíbas recorreu a "meios ilegais" para ter acesso ao registro de candidatura pela Justiça Eleitoral.
No curso das diligências, diversas pessoas, além da própria vereadora, foram ouvidas. Segundo o delegado, as provas foram suficientes para indiciá-la.
"Depois de ouvir suspeitos e testemunhas, concluímos o inquérito e fizemos a representação pelo indiciamento dela. Em depoimento, a vereadora relatou que conseguiu o histórico com um homem conhecido como João Neto. Ele teria sido o responsável por confeccionar o material. Ele também foi indiciado", explicou o delegado Gustavo Xavier, responsável pela investigação.
Ainda segundo a autoridade policial, a vereadora teria feito a solicitação do histórico escolar por ter concluído somente a quarta série do ensino fundamental. O delegado Gustavo Xavier informou também que investiga a denúncia de outro vereador de Craíbas, que teria feito uso do mesmo artifício para ludibriar a legislação eleitoral.
Se o Ministério Público Eleitoral (MPE) obtiver na Justiça uma condenação em desfavor da vereadora, ela pode perder o mandato e ficar inelegível por até oito anos.
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