'Estamos desolados', diz amigo que viu universitário desaparecer no Rio São Francisco
O engenheiro de pesca Lucas Primo da Silva, de 42 anos, que estava no acampamento junto com o universitário desaparecido no Rio São Francisco contou que amigos e familiares de José Marcos de Oliveira, de 31 anos, estão desolados e surpresos com o que aconteceu.
O estudante desapareceu na noite desse sábado, 29, próximo ao povoado Ponta Marfina, em Penedo, após mergulhar com mais dois amigos em direção a um ‘balceiro’ – acúmulo de vegetação que se desprende das margens do rio.
Durante todo o domingo, 30, equipes de resgate e salvamento aquático dos bombeiros e o helicóptero da Segurança Pública fizeram buscas no local, mas não encontraram o universitário. Nesta segunda, as buscas foram retomadas, dessa vez com a ajuda da Marinha, que foi acionada, já que o rio é de domínio da União.
Segundo Lucas Primo, amigos e familiares estão surpresos com o desaparecimento de Marquinhos, como era conhecido o estudante do curso de Engenharia de Pesca da Ufal Campus Penedo. “Estamos desolados, foi tudo muito rápido, estamos sem dormir e acompanhando as buscas. Ele conhece muito bem a região, é de lá de Ponta Morfina, mergulhava muito bem, pescava com arpão. Se isso tivesse acontecido comigo, não ficaria surpreso, mas Marquinhos era muito experiente”, contou.
Por volta das 23h do sábado, 30, Marquinhos e mais dois dos oito amigos acampados em uma ilha próximo ao povoado Ponta Morfina decidiram tomar banho no Rio São Francisco antes de dormir. De acordo com Lucas, que presenciou o momento em que o universitário desapareceu, Marquinhos pulou no rio para ir até um balceiro de grandes proporções que teria se formado há cerca de 20 metros da margem onde estavam.
“A gente estava conversando, um amigo contava que na época da enchente no rio, uma vaca teria ficado viva mesmo presa em um balceiro. Marquinhos foi até lá e ficou em pé em cima da vegetação, acenando para a gente. Queria mostrar que a história poderia ter sido verdadeira. Os dois outros amigos foram até lá somente para tocar no balceiro e voltaram. Ele não conseguiu voltar, foi encoberto pela vegetação”, detalhou.
De acordo com Lucas, após o universitário desaparecer nas águas do São Francisco, amigos e pescadores da região fizeram buscas em embarcações e a família dele, que mora no povoado, foi informada. Equipes dos bombeiros percorrem a região durante toda esta segunda.
O estudante desapareceu na noite desse sábado, 29, próximo ao povoado Ponta Marfina, em Penedo, após mergulhar com mais dois amigos em direção a um ‘balceiro’ – acúmulo de vegetação que se desprende das margens do rio.
Durante todo o domingo, 30, equipes de resgate e salvamento aquático dos bombeiros e o helicóptero da Segurança Pública fizeram buscas no local, mas não encontraram o universitário. Nesta segunda, as buscas foram retomadas, dessa vez com a ajuda da Marinha, que foi acionada, já que o rio é de domínio da União.
Segundo Lucas Primo, amigos e familiares estão surpresos com o desaparecimento de Marquinhos, como era conhecido o estudante do curso de Engenharia de Pesca da Ufal Campus Penedo. “Estamos desolados, foi tudo muito rápido, estamos sem dormir e acompanhando as buscas. Ele conhece muito bem a região, é de lá de Ponta Morfina, mergulhava muito bem, pescava com arpão. Se isso tivesse acontecido comigo, não ficaria surpreso, mas Marquinhos era muito experiente”, contou.
Por volta das 23h do sábado, 30, Marquinhos e mais dois dos oito amigos acampados em uma ilha próximo ao povoado Ponta Morfina decidiram tomar banho no Rio São Francisco antes de dormir. De acordo com Lucas, que presenciou o momento em que o universitário desapareceu, Marquinhos pulou no rio para ir até um balceiro de grandes proporções que teria se formado há cerca de 20 metros da margem onde estavam.
“A gente estava conversando, um amigo contava que na época da enchente no rio, uma vaca teria ficado viva mesmo presa em um balceiro. Marquinhos foi até lá e ficou em pé em cima da vegetação, acenando para a gente. Queria mostrar que a história poderia ter sido verdadeira. Os dois outros amigos foram até lá somente para tocar no balceiro e voltaram. Ele não conseguiu voltar, foi encoberto pela vegetação”, detalhou.
De acordo com Lucas, após o universitário desaparecer nas águas do São Francisco, amigos e pescadores da região fizeram buscas em embarcações e a família dele, que mora no povoado, foi informada. Equipes dos bombeiros percorrem a região durante toda esta segunda.
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