Funcionários dos Correios em Alagoas entram em greve por tempo indeterminado
Os trabalhadores dos Correios deflagram, na noite desta terça-feira (26), greve por tempo indeterminado. Em assembleia, os funcionários definiram a pauta da mobilização, entre eles o fechamento das agências, as ameaças de demissões e privatização. A categoria também se mobiliza contra as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo Governo Federal.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos de Alagoas (Sintect-AL), Altanes Holanda, a paralisação deverá atingir o operacional e o administrativo. "Será uma greve forte. E estamos pedindo o apoio da população. Sabemos que a paralisação causa transtornos, mas estamos lutando contra o fechamento das agências para garantir o atendimento a todos", afirmou.
O presidente do sindicato explica que os Correios anunciaram o fechamento de aproximadamente 250 unidades em todo o país. "Tem município no interior de Alagoas que só tem a agência, não tem banco, não tem outras opções. Estamos lutando para garantir o atendimento bancário e postal dos moradores do interior", disse.
A categoria também cobra o fim do projeto de demissão de 25 mil trabalhadores postais de todo o país. Além disso, eles cobram melhorias na condições de trabalho, mais segurança nas agências e novas contratações.
Com a paralisação, as entregas de encomendas e os atendimentos nas agências postais estão suspensos. Os trabalhadores agendaram um ato em frente a unidade da Rua do Sol, no Centro, nesta quinta-feira (27).
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos de Alagoas (Sintect-AL), Altanes Holanda, a paralisação deverá atingir o operacional e o administrativo. "Será uma greve forte. E estamos pedindo o apoio da população. Sabemos que a paralisação causa transtornos, mas estamos lutando contra o fechamento das agências para garantir o atendimento a todos", afirmou.
O presidente do sindicato explica que os Correios anunciaram o fechamento de aproximadamente 250 unidades em todo o país. "Tem município no interior de Alagoas que só tem a agência, não tem banco, não tem outras opções. Estamos lutando para garantir o atendimento bancário e postal dos moradores do interior", disse.
A categoria também cobra o fim do projeto de demissão de 25 mil trabalhadores postais de todo o país. Além disso, eles cobram melhorias na condições de trabalho, mais segurança nas agências e novas contratações.
Com a paralisação, as entregas de encomendas e os atendimentos nas agências postais estão suspensos. Os trabalhadores agendaram um ato em frente a unidade da Rua do Sol, no Centro, nesta quinta-feira (27).
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