Mais de 300 famílias recebem ordem para desocupar residencial em Rio Largo
As famílias que ocupam o conjunto residencial Edson Novaes, no município de Rio Largo, região Metropolitana de Maceió, receberam uma ordem de reintegração de posse nesta terça-feira (25). As residências estão incluídas no Programa da Reconstrução, do Governo Federal.
O conjunto fica na descida da Ladeira Gustavo Paiva, na entrada principal do município. São 364 moradias que foram ocupadas há cinco anos.
Os moradores informaram que oficiais de Justiça estiveram no local acompanhados da Polícia Militar, informando que eles devem deixar o local até quarta-feira (26).
O Centro de Gerenciamento de Crises confirmou a data para a dasocupação das residências. “Vamos acompanhar a retirada das famílias. Segundo os oficiais, elas já haviam sido comunicadas outras vezes que deveriam sair, mas não deixaram o local”, informou o tenente Thiago.
Moradores dizem que não sabiam da notícia e vão procurar a Justiça Federal ainda nesta terça para tentar reverter a ordem. “Esse caso está na Justiça para que a gente fique aqui. Fizemos o cadastro, mas não fomos contemplados. As crianças começaram as aulas ontem e estamos desesperados”, disse a moradora Cláudia Maria de Oliveira.
A moradora disse que as famílias não tem para onde ir. “São cinco anos que cobramos nosso direito de moradia e agora mandam sair. Vamos ficar em baixo da ponte se formos retirados”, disse.
O conjunto fica na descida da Ladeira Gustavo Paiva, na entrada principal do município. São 364 moradias que foram ocupadas há cinco anos.
Os moradores informaram que oficiais de Justiça estiveram no local acompanhados da Polícia Militar, informando que eles devem deixar o local até quarta-feira (26).
O Centro de Gerenciamento de Crises confirmou a data para a dasocupação das residências. “Vamos acompanhar a retirada das famílias. Segundo os oficiais, elas já haviam sido comunicadas outras vezes que deveriam sair, mas não deixaram o local”, informou o tenente Thiago.
Moradores dizem que não sabiam da notícia e vão procurar a Justiça Federal ainda nesta terça para tentar reverter a ordem. “Esse caso está na Justiça para que a gente fique aqui. Fizemos o cadastro, mas não fomos contemplados. As crianças começaram as aulas ontem e estamos desesperados”, disse a moradora Cláudia Maria de Oliveira.
A moradora disse que as famílias não tem para onde ir. “São cinco anos que cobramos nosso direito de moradia e agora mandam sair. Vamos ficar em baixo da ponte se formos retirados”, disse.
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