Cristiano Ronaldo nega 'acusação nojenta' de estupro feita por revista alemã
Na última sexta-feira, a revista alemã Der Spiegel publicou que Cristiano Ronaldo teria pago R$ 375 mil dólares em 2010 a uma jovem nos Estados Unidos, para que a notícia sobre uma suposta violação sexual do português não fosse revelada.
De acordo com a publicação, o estupro teria acontecido em junho de 2009, em Las Vegas. Poucos meses depois, já em 2010, o advogado português de Cristiano Ronaldo, Carlos Osório de Castro, teria assinado um contrato pelo jogador, a fim de que o caso fosse mantido em silêncio.
Carlos Osório não quis se pronunciar sobre o caso, mas Johanes Kreile, advogado alemão de CR7, entrou em contato com o Der Spiegel, e negou todas as acusações. "As acusações devem ser rechaçadas contundentemente, porque são incorretas", disse Kreile.
Horas depois, por meio de comunicado da empresa “Gestifute”, que pertence ao empresário Jorge Mendes, o craque português chamou a reportagem do veículo de “ficção jornalística”, “nojenta” e “ultrajante”. Ele promete ir à Justiça contra a revista.
As notícias teriam sido conseguidas por meio de documentos do site Football Leaks, e Cristiano teria tido relações com a mulher após uma festa em Las Vegas. O acordo, com o valor de mais de um milhão de reais na cotação atual, estabeleceria que a jovem retirasse uma suposta queixa que havia feito à polícia, e entregasse o nome de todos que sabiam da história. CR7 não se pronunciou sobre o caso.
Confira o comunicado de Cristiano Ronaldo na íntegra:
O Jornal alemão Der Spiegel publica hoje uma extensa notícia sobre uma alegada acusação de violação que, segundo se refere, teria sido feita a Cristiano Ronaldo em 2009, ou seja, há cerca de 8 anos.
Trata-se de uma peça de ficção jornalística.
A suposta vítima recusa ser identificada e corroborar a estória. E todo o enredo se baseia em documentos não assinados e em que as partes são identificadas por códigos, em emails entre advogados que não dizem respeito a Cristiano Ronaldo e cuja autenticidade ele desconhece, e numa suposta carta que teria sido enviada pela putativa vítima, mas que ele nunca recebeu.
A reportagem do Der Spiegel é falsa e Cristiano Ronaldo agirá contra esse órgão de comunicação social por todos os meios ao seu alcance. A imputação de uma violação é uma acusação nojenta e ultrajante que não pode ficar em claro.
De acordo com a publicação, o estupro teria acontecido em junho de 2009, em Las Vegas. Poucos meses depois, já em 2010, o advogado português de Cristiano Ronaldo, Carlos Osório de Castro, teria assinado um contrato pelo jogador, a fim de que o caso fosse mantido em silêncio.
Carlos Osório não quis se pronunciar sobre o caso, mas Johanes Kreile, advogado alemão de CR7, entrou em contato com o Der Spiegel, e negou todas as acusações. "As acusações devem ser rechaçadas contundentemente, porque são incorretas", disse Kreile.
Horas depois, por meio de comunicado da empresa “Gestifute”, que pertence ao empresário Jorge Mendes, o craque português chamou a reportagem do veículo de “ficção jornalística”, “nojenta” e “ultrajante”. Ele promete ir à Justiça contra a revista.
As notícias teriam sido conseguidas por meio de documentos do site Football Leaks, e Cristiano teria tido relações com a mulher após uma festa em Las Vegas. O acordo, com o valor de mais de um milhão de reais na cotação atual, estabeleceria que a jovem retirasse uma suposta queixa que havia feito à polícia, e entregasse o nome de todos que sabiam da história. CR7 não se pronunciou sobre o caso.
Confira o comunicado de Cristiano Ronaldo na íntegra:
O Jornal alemão Der Spiegel publica hoje uma extensa notícia sobre uma alegada acusação de violação que, segundo se refere, teria sido feita a Cristiano Ronaldo em 2009, ou seja, há cerca de 8 anos.
Trata-se de uma peça de ficção jornalística.
A suposta vítima recusa ser identificada e corroborar a estória. E todo o enredo se baseia em documentos não assinados e em que as partes são identificadas por códigos, em emails entre advogados que não dizem respeito a Cristiano Ronaldo e cuja autenticidade ele desconhece, e numa suposta carta que teria sido enviada pela putativa vítima, mas que ele nunca recebeu.
A reportagem do Der Spiegel é falsa e Cristiano Ronaldo agirá contra esse órgão de comunicação social por todos os meios ao seu alcance. A imputação de uma violação é uma acusação nojenta e ultrajante que não pode ficar em claro.
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