Governador de Alagoas nega ter recebido dinheiro ilícito
O governador Renan Filho (PMDB) negou, na manhã desta quarta-feira (12), por meio de nota divulgada pela Secretaria de Estado da Comunicação (Secom), ter recebido recursos ilegais durante a campanha eleitoral de 2014, quando venceu a disputa pelo governo do Estado.
De acordo com nota enviada à imprensa, as doações feitas à chapa do governador "ocorreram dentro da lei e foram devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral", o que vai de encontro às informações da delação premiada de executivos da Odebrecht.
O nome de Renan Filho aparece em uma lista obtida com exclusividade pelo jornal Estado de São Paulo, que aponta 76 políticos ou pessoas ligadas a eles que tiveram inquéritos autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin nessa terça-feira (11).
As investigações foram autorizadas devido a suspeitas de que os envolvidos tenham recebido recursos via caixa dois para abastecer as respectivas campanhas.
Os pedidos de abertura de inquérito foram solicitados pela Procuradoria Geral da República, com base em informações fornecidas por ex-executivos da Odebrecht que integravam um esquema de corrupção que financiava campanhas políticas em diversos estados.
CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA:
"O Governador Renan Filho declara que todas as doações recebidas durante a campanha ocorreram dentro da lei e foram devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral".
De acordo com nota enviada à imprensa, as doações feitas à chapa do governador "ocorreram dentro da lei e foram devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral", o que vai de encontro às informações da delação premiada de executivos da Odebrecht.
O nome de Renan Filho aparece em uma lista obtida com exclusividade pelo jornal Estado de São Paulo, que aponta 76 políticos ou pessoas ligadas a eles que tiveram inquéritos autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin nessa terça-feira (11).
As investigações foram autorizadas devido a suspeitas de que os envolvidos tenham recebido recursos via caixa dois para abastecer as respectivas campanhas.
Os pedidos de abertura de inquérito foram solicitados pela Procuradoria Geral da República, com base em informações fornecidas por ex-executivos da Odebrecht que integravam um esquema de corrupção que financiava campanhas políticas em diversos estados.
CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA:
"O Governador Renan Filho declara que todas as doações recebidas durante a campanha ocorreram dentro da lei e foram devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral".
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