Polícia já tem suspeitos do sequestro de empresário no litoral alagoano
A causa do desaparecimento do empresário Henrique Ramos de Oliveira, 24 anos, até ontem permanecia um mistério. De acordo com informações apuradas pela polícia, ele foi levado por três homens armados e encapuzados da casa onde residia, na última segunda-feira, 10, na Praia do Toque, em São Miguel dos Milagres, Litoral Norte de Alagoas.
Um dos delegados responsáveis pelo caso, Filipe Caldas, informou à imprensa que trata o caso como sequestro, apesar de não ter havido a solicitação de resgate para a família do jovem, mas ressaltou que há duas linhas de investigação, sem citar quais seriam.
Ele justificou que qualquer informação nesse sentido poderia atrapalhar as investigações e informou que o caso já apresentava dois sinais mais evidentes e que nenhuma das hipóteses é descartada.
O delegado também confirmou que nos depoimentos colhidos com pessoas próximas ao empresário desaparecido, não houve relato de que Henrique Ramos estivesse envolvido em crimes e que a polícia já possuía suspeitos. Além de Filipe Caldas, o caso é investigado pelos delegados Mário Jorge Barros, gerente da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), e Guilherme Iusten, conforme portaria assinada pelo delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira.
O CASO
O empresário Henrique Ramos de Oliveira, 24, conhecido como Sapo, foi espancado e sequestrado na madrugada do dia 10 de abril, em São Miguel dos Milagres. O sequestro ocorreu na casa onde mora, na Praia do Toque, em São Miguel dos Milagres. No local também funciona o bar “Terra Do Nunca Pub”, do qual Henrique é proprietário.
A vítima, natural de Barra Mansa (RJ), estava com um amigo – identificado apenas como Adriano – quando a residencia foi invadida por três homens armados e encapuzados. Ambas as vítimas foram então rendidas, amarradas e espancadas pelos três invasores, que deixaram o local levando consigo o jovem Henrique, assim como uma televisão e um Playstation, segundo informações repassadas pela família do desaparecido à imprensa.
Um dos delegados responsáveis pelo caso, Filipe Caldas, informou à imprensa que trata o caso como sequestro, apesar de não ter havido a solicitação de resgate para a família do jovem, mas ressaltou que há duas linhas de investigação, sem citar quais seriam.
Ele justificou que qualquer informação nesse sentido poderia atrapalhar as investigações e informou que o caso já apresentava dois sinais mais evidentes e que nenhuma das hipóteses é descartada.
O delegado também confirmou que nos depoimentos colhidos com pessoas próximas ao empresário desaparecido, não houve relato de que Henrique Ramos estivesse envolvido em crimes e que a polícia já possuía suspeitos. Além de Filipe Caldas, o caso é investigado pelos delegados Mário Jorge Barros, gerente da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), e Guilherme Iusten, conforme portaria assinada pelo delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira.
O CASO
O empresário Henrique Ramos de Oliveira, 24, conhecido como Sapo, foi espancado e sequestrado na madrugada do dia 10 de abril, em São Miguel dos Milagres. O sequestro ocorreu na casa onde mora, na Praia do Toque, em São Miguel dos Milagres. No local também funciona o bar “Terra Do Nunca Pub”, do qual Henrique é proprietário.
A vítima, natural de Barra Mansa (RJ), estava com um amigo – identificado apenas como Adriano – quando a residencia foi invadida por três homens armados e encapuzados. Ambas as vítimas foram então rendidas, amarradas e espancadas pelos três invasores, que deixaram o local levando consigo o jovem Henrique, assim como uma televisão e um Playstation, segundo informações repassadas pela família do desaparecido à imprensa.
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