Bebê nasce com manchas roxas na cabeça e família questiona procedimento de parto
Familiares da pequena Maria Ariely, que nasceu no último final de semana no Hospital do Açúcar, em Maceió, colocam em xeque o procedimento realizado pela equipe plantonista da unidade hospitalar. Isso porque a bebê encontra-se com diversas manchas roxas na região da cabeça, o que, segundo eles, aponta que o parto realizado não se deu da maneira "mais adequada". Eles cobram uma rígida apuração por parte da direção do hospital, bem como das autoridades da Polícia Civil de Alagoas.
De acordo com Bárbara Araújo, tia de Maria, a paciente deu entrada no hospital com a bolsa estourada na manhã da última sexta-feira (7) e, sem vaga para internação, passou horas esperando pela desocupação de um leito. Só à noite, após horas de espera, segundo a tia da bebê, foi que o parto foi realizado pela equipe. Os familiares questionam também a presença de acadêmicos durante o procedimento.
chegou no limite de 10 centímetros, que é o máximo de dilatação, e a bebê não nasceu. Ou seja, claramente precisava ser uma cesariana. Diante disso, os médicos e os acadêmicos a levaram dizendo que iriam fazer uma cesariana em outra sala. No entanto, deram a anestesia e fizeram um parto forçado, ou seja, normal, ao ponto de machucar o rosto da bebê", relatou a tia.
Para os parentes, as manchas e os machucados provam que o procedimento adotado pelo hospital foi equivocado e, portanto, não deveria ter isso aplicado neste caso. Bárbara Araújo alerta que o "descaso" colocou em risco a vida da mãe e da filha. "Se a mãe não tinha passagem para um parto normal, o certo era realizar uma cesariana e não ariscar a vida delas", reforçou a tia, acrescentando que a Polícia Civil foi acionada.
Por meio da coordenação, o hospital respondeu que todo o procedimento que resultou no nascimento de Maria Ariely foi normal. Ainda segundo a coordenação, é possível que, em alguns casos, as marcas dos equipamentos utilizados para o nascimento do bebê fiquem na cabeça e/ou corpo. Sobre a presença de acadêmicos durante o parto, a unidade hospitalar respondeu ainda que "o local é um hospital-escola" e, portanto, é natural. O bebê recebeu alta e já se encontra em casa com os pais.
De acordo com Bárbara Araújo, tia de Maria, a paciente deu entrada no hospital com a bolsa estourada na manhã da última sexta-feira (7) e, sem vaga para internação, passou horas esperando pela desocupação de um leito. Só à noite, após horas de espera, segundo a tia da bebê, foi que o parto foi realizado pela equipe. Os familiares questionam também a presença de acadêmicos durante o procedimento.
chegou no limite de 10 centímetros, que é o máximo de dilatação, e a bebê não nasceu. Ou seja, claramente precisava ser uma cesariana. Diante disso, os médicos e os acadêmicos a levaram dizendo que iriam fazer uma cesariana em outra sala. No entanto, deram a anestesia e fizeram um parto forçado, ou seja, normal, ao ponto de machucar o rosto da bebê", relatou a tia.
Para os parentes, as manchas e os machucados provam que o procedimento adotado pelo hospital foi equivocado e, portanto, não deveria ter isso aplicado neste caso. Bárbara Araújo alerta que o "descaso" colocou em risco a vida da mãe e da filha. "Se a mãe não tinha passagem para um parto normal, o certo era realizar uma cesariana e não ariscar a vida delas", reforçou a tia, acrescentando que a Polícia Civil foi acionada.
Por meio da coordenação, o hospital respondeu que todo o procedimento que resultou no nascimento de Maria Ariely foi normal. Ainda segundo a coordenação, é possível que, em alguns casos, as marcas dos equipamentos utilizados para o nascimento do bebê fiquem na cabeça e/ou corpo. Sobre a presença de acadêmicos durante o parto, a unidade hospitalar respondeu ainda que "o local é um hospital-escola" e, portanto, é natural. O bebê recebeu alta e já se encontra em casa com os pais.
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