Cliente acha bicho vivo e se movendo em salada em restaurante de Maceió
O que seria um jantar agradável entre amigas acabou se tornando um pesadelo para a advogada Júlia Nunes. Na refeição, feita no Ponto do Açaí, na Jatiúca, em Maceió, ela encontrou na salada o que ela descreve como um verme. Um vídeo do momento foi postado por ela nas redes sociais.
Segundo Júlia, o caso aconteceu na noite de quinta-feira (6), por volta das 20h, quando ela, a irmã e uma amiga pediram um sanduíche e uma salada no estabelecimento. "Pedimos pra dividir. Estávamos comendo normalmente e quando minha irmã puxou o garfo veio um negócio vermelho muito grande".
Ela classifica o bicho como um verme. "Ele se mexia e peguei o celular para começar a gravar. Era um verme, porque a lagarta geralmente é verde e aquilo era vermelho, uma coisa horrorosa", diz. "Estou passando mal até agora. Não consegui nem trabalhar hoje", acrescenta.
A advogada conta que chamou a gerente, mas que ela não teria aparecido para explicar o que aconteceu. Uma garçonete tentou resolver a situação levando o prato e oferecendo um novo. Ela acrescenta que pagou o valor correspondente às refeições e foi embora do restaurante.
"Comecei a passar mal psicologicamente e a gerente não veio. A garçonete tirou o prato, perguntou se queríamos outro. Fiquei no banheiro vomitando, pedi a conta e fui embora", afirma Júlia, que agora pretende processar o estabelecimento. "Vou denunciar em todos os meios possíveis e vou processar, até para que não voltem a repetir".
Um dos vídeos compartilhados por ela já tem mais de mil visualizações e Júlia acredita que a situação seja um problema de saúde pública. "Trabalhei no Procon por seis anos e conheço como é o procedimento. Aquela verdura não foi nem sequer lavada, senão aquilo não ficaria ali. É uma questão de saúde publica", aponta.
Ponto do Açaí
Dono do Ponto do Açaí, Roberto Marquesa afirma que uma das responsáveis pelo local, a esposa dele, tentou conversar com a cliente, mas ela não teria tido a intenção de ouvir.
"Das três mulheres que estavam na mesa, uma pediu um sanduíche e as outras duas, salada. Infelizmente na folhagem encontrou-se aquele bichinho. Ela veiculou que ninguém foi falar com ela e foi muito pelo contrário. Ela falou em um tom aspero com nossa funcionária, que a convidou para conhecer as instalações".
Segundo ele, o diálogo não foi possível no momento. "Ela disse: 'cale a sua boca e traga minha conta'. Ela não quis diálogo nenhum, embora ela não tenha sido a pessoa que consumiu a salada. O lanche dela foi o sanduíche. Diante das atitudes dela, que não foi a mesma das amigas, não tivemos como conversar".
O proprietário ainda destacou que o restaurante segue todos os procedimentos de higienização. "Nós recebemos as folhagens e fazemos a higienização manualmente. Hoje temos, além de toda a estrutura de cozinha e triagem de alimentos, uma pessoa exclusiva para limpeza e higienização, com produtos de primeira linha", explicou.
"Não estamos mentindo, omitindo ou vetando qualquer visita de qualquer órgão que seja. Temos todas as licenças em dia", acrescentou Roberto.
Segundo Júlia, o caso aconteceu na noite de quinta-feira (6), por volta das 20h, quando ela, a irmã e uma amiga pediram um sanduíche e uma salada no estabelecimento. "Pedimos pra dividir. Estávamos comendo normalmente e quando minha irmã puxou o garfo veio um negócio vermelho muito grande".
Ela classifica o bicho como um verme. "Ele se mexia e peguei o celular para começar a gravar. Era um verme, porque a lagarta geralmente é verde e aquilo era vermelho, uma coisa horrorosa", diz. "Estou passando mal até agora. Não consegui nem trabalhar hoje", acrescenta.
A advogada conta que chamou a gerente, mas que ela não teria aparecido para explicar o que aconteceu. Uma garçonete tentou resolver a situação levando o prato e oferecendo um novo. Ela acrescenta que pagou o valor correspondente às refeições e foi embora do restaurante.
"Comecei a passar mal psicologicamente e a gerente não veio. A garçonete tirou o prato, perguntou se queríamos outro. Fiquei no banheiro vomitando, pedi a conta e fui embora", afirma Júlia, que agora pretende processar o estabelecimento. "Vou denunciar em todos os meios possíveis e vou processar, até para que não voltem a repetir".
Um dos vídeos compartilhados por ela já tem mais de mil visualizações e Júlia acredita que a situação seja um problema de saúde pública. "Trabalhei no Procon por seis anos e conheço como é o procedimento. Aquela verdura não foi nem sequer lavada, senão aquilo não ficaria ali. É uma questão de saúde publica", aponta.
Ponto do Açaí
Dono do Ponto do Açaí, Roberto Marquesa afirma que uma das responsáveis pelo local, a esposa dele, tentou conversar com a cliente, mas ela não teria tido a intenção de ouvir.
"Das três mulheres que estavam na mesa, uma pediu um sanduíche e as outras duas, salada. Infelizmente na folhagem encontrou-se aquele bichinho. Ela veiculou que ninguém foi falar com ela e foi muito pelo contrário. Ela falou em um tom aspero com nossa funcionária, que a convidou para conhecer as instalações".
Segundo ele, o diálogo não foi possível no momento. "Ela disse: 'cale a sua boca e traga minha conta'. Ela não quis diálogo nenhum, embora ela não tenha sido a pessoa que consumiu a salada. O lanche dela foi o sanduíche. Diante das atitudes dela, que não foi a mesma das amigas, não tivemos como conversar".
O proprietário ainda destacou que o restaurante segue todos os procedimentos de higienização. "Nós recebemos as folhagens e fazemos a higienização manualmente. Hoje temos, além de toda a estrutura de cozinha e triagem de alimentos, uma pessoa exclusiva para limpeza e higienização, com produtos de primeira linha", explicou.
"Não estamos mentindo, omitindo ou vetando qualquer visita de qualquer órgão que seja. Temos todas as licenças em dia", acrescentou Roberto.
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