Estado recupera recursos sonegados em esquema desmontado pela Operação Nicotina
A Procuradoria Geral do Estado sediou uma reunião, nesta quinta-feira (6), que concluiu o acordo de colaboração premiada para devolução ao Estado de Alagoas do ICMS sonegado durante o esquema fraudulento de desvio tributário na comercialização de cigarros, que foi desmantelado em fevereiro pela Operação Nicotina.
O Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) conseguiu a garantia de devolução de recursos. Assim, os dois empresários acusados - pai e filha - serão excluídos da ação penal.
Segundo o procurador Ivan Luiz, um dos integrantes do Gaesf, este é o primeiro acordo dessa modalidade fechado com apenas uma das empresas que participavam do grupo criminoso.
“Vale salientar que essa não é a parte maior responsável pela sonegação de tributos verificados durante a Operação Nicotina. Estes advogados representam dois empresários de Arapiraca que também participaram da sonegação, mas não comandavam o esquema e aceitaram o acordo", contou.
"A operação continua agora contra os outros investigados, que ainda estão negociando um acordo semelhante”, explicou. Ivan Luiz participa do trabalho ao lado do coordenador, o promotor Cyro Blatter; e do delegado Acácio Júnior. O acordo foi firmado pelos advogados Sidnei Silva e João Victor.
“Este tipo de iniciativa é importante por dar mais celeridade ao processo, por devolver recursos pertecnentes ao Estado e por assegurar penas relativas ao tamanho da fraude cometida por cada um dos empresários”, detalhou.
Operação Nicotina
A Operação Nicotina foi realizada em fevereiro deste ano e flagrou a existência de centenas de caixas de cigarros sem nota fiscal. Inclusive, a Polícia Civil concluiu nesta quinta-feira o inquérito que investigou crimes fiscais cometidos por empresas de cigarros. A ação desarticulou um esquema de desvio de tributos na comercialização de cigarros, que chegou a gerar um prejuízo ao estado superior a R$ 177 milhões.
O Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) conseguiu a garantia de devolução de recursos. Assim, os dois empresários acusados - pai e filha - serão excluídos da ação penal.
Segundo o procurador Ivan Luiz, um dos integrantes do Gaesf, este é o primeiro acordo dessa modalidade fechado com apenas uma das empresas que participavam do grupo criminoso.
“Vale salientar que essa não é a parte maior responsável pela sonegação de tributos verificados durante a Operação Nicotina. Estes advogados representam dois empresários de Arapiraca que também participaram da sonegação, mas não comandavam o esquema e aceitaram o acordo", contou.
"A operação continua agora contra os outros investigados, que ainda estão negociando um acordo semelhante”, explicou. Ivan Luiz participa do trabalho ao lado do coordenador, o promotor Cyro Blatter; e do delegado Acácio Júnior. O acordo foi firmado pelos advogados Sidnei Silva e João Victor.
“Este tipo de iniciativa é importante por dar mais celeridade ao processo, por devolver recursos pertecnentes ao Estado e por assegurar penas relativas ao tamanho da fraude cometida por cada um dos empresários”, detalhou.
Operação Nicotina
A Operação Nicotina foi realizada em fevereiro deste ano e flagrou a existência de centenas de caixas de cigarros sem nota fiscal. Inclusive, a Polícia Civil concluiu nesta quinta-feira o inquérito que investigou crimes fiscais cometidos por empresas de cigarros. A ação desarticulou um esquema de desvio de tributos na comercialização de cigarros, que chegou a gerar um prejuízo ao estado superior a R$ 177 milhões.
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