Caso Jaciara: morte de jovem não foi um 'simples homicídio', diz polícia
A Polícia Civil já começou a ouvir amigos e familiares da jovem Jaciara Ferreira dos Santos, de 31 anos, encontrada morta nesse domingo (02), na praia de Lagoa do Pau, em Coruripe, litoral Sul de Alagoas. Segundo a polícia, crime não foi apenas um 'simples homicídio'.
O exame necropapiloscópico, necessário para a confirmação, foi feito por três profissionais, que se dirigiram até o Instituto de Criminalística (IC) para recolher as digitais do corpo que seria de Jaciara, realizando, posteriormente, a análise em laboratório.
Ainda de acordo com a assessoria de comunicação da Perícia Oficial, o exame se fez necessário - o que demandou mais tempo - porque nenhum documento foi encontrado junto ao corpo de Jaciara, apesar de familiares terem afirmado reconhecer as vestes da vítima, além de características fisiológicas da vítima.
Porém, o procedimento, considerado padrão, teve como objetivo dirimir quaisquer dúvidas, a fim de se evitar, por exemplo, uma eventual exumação.
Oficialmente, a polícia não fala sobre linha de investigação, mas um agente da Delegacia de Coruripe, que acompanha o caso desde o fim de semana informou que o crime não é tratado como um “simples homicídio”.
“O que é um simples homicídio? Quando duas pessoas discutem, uma puxa a arma e atira na outra. [Diferentemente], a Jaciara foi morta com requintes de crueldade, que devem ser confirmados após a divulgação do laudo da perícia”, explicou o policial que conversou com a reportagem do TNH1, sem se identificar.
IML aguarda, apenas, a chegada da família para a liberação do corpo.O horário e local de velório e sepultamento ainda não forma confirmados.
O caso
O corpo de Jaciara Nicácio foi encontrado na manhã do domingo (2), no Distrito de Lagoa do Pau, em Coruripe, município do Litoral Sul do estado. Ela havia desaparecido após deixar o local de trabalho, um correspondente bancário no centro da cidade.
O corpo da jovem de 31 anos apresentava um corte no pescoço, além dos dois braços quebrados. O corpo foi localizado numa área de mata, em estrada vicinal conhecida como "Foz".
Uma das suspeitas, embora a polícia ainda não confirme oficialmente, é de crime passional. O caso é investigado por uma comissão formada por três delegados, conforme determinação da Secretaria de Segurança Pública.
O exame necropapiloscópico, necessário para a confirmação, foi feito por três profissionais, que se dirigiram até o Instituto de Criminalística (IC) para recolher as digitais do corpo que seria de Jaciara, realizando, posteriormente, a análise em laboratório.
Ainda de acordo com a assessoria de comunicação da Perícia Oficial, o exame se fez necessário - o que demandou mais tempo - porque nenhum documento foi encontrado junto ao corpo de Jaciara, apesar de familiares terem afirmado reconhecer as vestes da vítima, além de características fisiológicas da vítima.
Porém, o procedimento, considerado padrão, teve como objetivo dirimir quaisquer dúvidas, a fim de se evitar, por exemplo, uma eventual exumação.
Oficialmente, a polícia não fala sobre linha de investigação, mas um agente da Delegacia de Coruripe, que acompanha o caso desde o fim de semana informou que o crime não é tratado como um “simples homicídio”.
“O que é um simples homicídio? Quando duas pessoas discutem, uma puxa a arma e atira na outra. [Diferentemente], a Jaciara foi morta com requintes de crueldade, que devem ser confirmados após a divulgação do laudo da perícia”, explicou o policial que conversou com a reportagem do TNH1, sem se identificar.
IML aguarda, apenas, a chegada da família para a liberação do corpo.O horário e local de velório e sepultamento ainda não forma confirmados.
O caso
O corpo de Jaciara Nicácio foi encontrado na manhã do domingo (2), no Distrito de Lagoa do Pau, em Coruripe, município do Litoral Sul do estado. Ela havia desaparecido após deixar o local de trabalho, um correspondente bancário no centro da cidade.
O corpo da jovem de 31 anos apresentava um corte no pescoço, além dos dois braços quebrados. O corpo foi localizado numa área de mata, em estrada vicinal conhecida como "Foz".
Uma das suspeitas, embora a polícia ainda não confirme oficialmente, é de crime passional. O caso é investigado por uma comissão formada por três delegados, conforme determinação da Secretaria de Segurança Pública.
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