Programa Mulheres Mil beneficia cerca de 2,5 mil alagoanas em todo o estado
O Governo do Estado, por meio de uma integração das secretarias estaduais, traz para Alagoas o programa federal Mulheres Mil. No estado, cerca de 2,5 mil mulheres em situação de vulnerabilidade social serão beneficiadas pela iniciativa, que oferta cursos profissionalizantes.
As formações das alunas têm início em abril e vão até agosto, ocorrendo em 13 polos. O programa tem como objetivo garantir o acesso à educação profissional e elevação da escolaridade das contempladas.
Nesta segunda-feira (3), a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) apresenta as salas de aula onde serão ministrados os cursos do Mulheres Mil.
De acordo com o superintendente de políticas educacionais (Suped), Ricardo Lisboa, as formações têm 160 e 240 horas, e acontecem três vezes por semana: nas segundas, quartas e sextas-feiras.
“As mulheres se inscreveram presencialmente nas secretarias municipais de Assistência Social, que indicou quem deveria participar da formação. As alunas receberão uma ajuda de custo de R$ 10 por aula, para pagarem a passagem do transporte. É importante salientar que o custeio só será pago mediante a presença das mesmas, comprovado na lista de frequência”, informa Lisboa.
O superintendente explica ainda que uma turma, por curso, com 35 mulheres será implantada nas 13 regionais, e que ao total, 69 cursos serão ofertados. Entre eles cursos de bordado a mão, cuidado aos idosos, agentes de combate à endemias, agente de desenvolvimento cooperativista e cartonagem, este último aplicado com reeducandas do Presídio Feminino Santa Luzia.
Entre as regionais estão: Marechal Deodoro (Escola Municipal Rosa da Fonseca); Coruripe (Centro Educacional Profissionalizante e Técnico); Palmeira dos Índios (Escola Estadual Humberto Mendes); Viçosa (Escola Estadual Monsenhor Machado); Arapiraca (Escola Estadual Profº Pedro de França); Santana do Ipanema (Escola Estadual Profº Mileno Ferreira); Pão de Açúcar (Escola Estadual Bráulio Cavalcante); Penedo (Escola Estadual Alcides Andrade); Murici (Escola Estadual Profº Loureiro); Maragogi (Prédio antigo do Ifal); Delmiro Gouveia (Escola Estadual Watson de Gusmão); Pilar (Caic do município); e Maceió (Escola Estadual José Correia da Silva Titara, Centro Educacional Profissionalizante e Técnico e Presídio Feminino Santa Luzia).
Investimento - Para o funcionamento e manutenção do Mulheres Mil, a Seduc está direcionando, inicialmente R$ 6 milhões. Segundo Ricardo Lisboa, a verba será revertida na melhoria de estrutura do local, contratação de professores, compra de materiais didáticos, entre outros.
“Após este primeiro momento, que vai até agosto, pretendemos abrir novas turmas. O curso está sendo organizado pela equipe multidisciplinar das secretarias, e do Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego]”, conta Lisboa.
As formações das alunas têm início em abril e vão até agosto, ocorrendo em 13 polos. O programa tem como objetivo garantir o acesso à educação profissional e elevação da escolaridade das contempladas.
Nesta segunda-feira (3), a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) apresenta as salas de aula onde serão ministrados os cursos do Mulheres Mil.
De acordo com o superintendente de políticas educacionais (Suped), Ricardo Lisboa, as formações têm 160 e 240 horas, e acontecem três vezes por semana: nas segundas, quartas e sextas-feiras.
“As mulheres se inscreveram presencialmente nas secretarias municipais de Assistência Social, que indicou quem deveria participar da formação. As alunas receberão uma ajuda de custo de R$ 10 por aula, para pagarem a passagem do transporte. É importante salientar que o custeio só será pago mediante a presença das mesmas, comprovado na lista de frequência”, informa Lisboa.
O superintendente explica ainda que uma turma, por curso, com 35 mulheres será implantada nas 13 regionais, e que ao total, 69 cursos serão ofertados. Entre eles cursos de bordado a mão, cuidado aos idosos, agentes de combate à endemias, agente de desenvolvimento cooperativista e cartonagem, este último aplicado com reeducandas do Presídio Feminino Santa Luzia.
Entre as regionais estão: Marechal Deodoro (Escola Municipal Rosa da Fonseca); Coruripe (Centro Educacional Profissionalizante e Técnico); Palmeira dos Índios (Escola Estadual Humberto Mendes); Viçosa (Escola Estadual Monsenhor Machado); Arapiraca (Escola Estadual Profº Pedro de França); Santana do Ipanema (Escola Estadual Profº Mileno Ferreira); Pão de Açúcar (Escola Estadual Bráulio Cavalcante); Penedo (Escola Estadual Alcides Andrade); Murici (Escola Estadual Profº Loureiro); Maragogi (Prédio antigo do Ifal); Delmiro Gouveia (Escola Estadual Watson de Gusmão); Pilar (Caic do município); e Maceió (Escola Estadual José Correia da Silva Titara, Centro Educacional Profissionalizante e Técnico e Presídio Feminino Santa Luzia).
Investimento - Para o funcionamento e manutenção do Mulheres Mil, a Seduc está direcionando, inicialmente R$ 6 milhões. Segundo Ricardo Lisboa, a verba será revertida na melhoria de estrutura do local, contratação de professores, compra de materiais didáticos, entre outros.
“Após este primeiro momento, que vai até agosto, pretendemos abrir novas turmas. O curso está sendo organizado pela equipe multidisciplinar das secretarias, e do Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego]”, conta Lisboa.
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