Projeto musical repagina o coco de roda neste domingo em Arapiraca
Arapiraca sempre fluiu muito bem em suas águas sonoras. E, neste domingo (2), haverá uma verdadeira “pororoca musical” de estilos distintos se abraçando com singeleza.
Trata-se do projeto “Coco da Raiz ao Pop”, que traz para o mesmo palco os artistas Igor Machado (Coco Pop Xote Novo) e o pai Alex Gomes (Coco dos Gomes), ambos com suas trajetórias banhadas pelo Coco Alagoano.
O evento tem entrada franca e acontece a partir das 17h, na Fazendinha do Zé da Pinga, no sítio Perucaba, próximo à entrada da cidade de Feira Grande.
Autoral
Contemplado no edital Prêmio Diogo Silvestre, de 2016, pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o projeto que será apresentado carrega, junto de Igor Machado e banda, a harmonia das cordas e arranjos elaborados, a música agrestina.
“Ela é cheia de sotaques originados do teatro, circo e literatura, aprendidas nas ruas e palcos do estado. O pop engajado, com questionamentos humanos e sociais”, diz o arteiro Igor, cantor e violonista.
Já a contribuição do Coco dos Gomes, liderado por Pai Alex Gomes, vem com a musicalidade poética da oralidade ancestral, a força percussiva dos maracás, atabaques e alfaias, típica dos brincantes da cultura popular, herdadas nos terreiros, casas de taipa e nas práticas nagô-juremeiras.
No repertório de “Coco da Raiz ao Pop”, criações próprias e de domínio público, com ritmos, melodias e polifonias vocais que permitam a elaboração de corpos sonoros, conectados com a cultura popular, respeitando suas raízes e as ramificações do mundo contemporâneo.
Trata-se do projeto “Coco da Raiz ao Pop”, que traz para o mesmo palco os artistas Igor Machado (Coco Pop Xote Novo) e o pai Alex Gomes (Coco dos Gomes), ambos com suas trajetórias banhadas pelo Coco Alagoano.
O evento tem entrada franca e acontece a partir das 17h, na Fazendinha do Zé da Pinga, no sítio Perucaba, próximo à entrada da cidade de Feira Grande.
Autoral
Contemplado no edital Prêmio Diogo Silvestre, de 2016, pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o projeto que será apresentado carrega, junto de Igor Machado e banda, a harmonia das cordas e arranjos elaborados, a música agrestina.
“Ela é cheia de sotaques originados do teatro, circo e literatura, aprendidas nas ruas e palcos do estado. O pop engajado, com questionamentos humanos e sociais”, diz o arteiro Igor, cantor e violonista.
Já a contribuição do Coco dos Gomes, liderado por Pai Alex Gomes, vem com a musicalidade poética da oralidade ancestral, a força percussiva dos maracás, atabaques e alfaias, típica dos brincantes da cultura popular, herdadas nos terreiros, casas de taipa e nas práticas nagô-juremeiras.
No repertório de “Coco da Raiz ao Pop”, criações próprias e de domínio público, com ritmos, melodias e polifonias vocais que permitam a elaboração de corpos sonoros, conectados com a cultura popular, respeitando suas raízes e as ramificações do mundo contemporâneo.
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